31 de janeiro de 2009

Top 5- As melhores músicas de filmes musicais

Agora que já saiu do Top 10 dos melhores filmes musicais, agora esta na hora das músicas presentes em cada um desses filme, com uma lista ainda menor. Nesse Top apenas considerei as músicas originais dos filmes e de adaptações de peças. Filmes com músicas de banda, como Mamma Mia! e Across The Universe não contam. As músicas apresentam com partes das músicas traduzidas.

Primeiro Lugar- Seasons Of Love (Temporadas de Amor) by Rent
Quinhentos e vinte e cinco mil e seiscentos minutos
Quinhentos e vinte e cinco mil jornadas para planejar
Quinhentos e vinte e cinco mil e seiscentos minutos
Como medir a vida
de uma mulher ou de um homem?

Essa é minha música favorita de um musical. "Seasons Of Love" mostra como um ano se passa e como nós poderiamos "medir" este ano, sendo felicidade, amizade ou outro sentimento e, a música nos trás um sentimento no qual podemos medir a vida: amor.

Segundo Lugar- You Can't Stop The Beat (Não pode impedir a batida) by Hairspray

Porque o mundo continua girando e girando
E meu coração continua batendo na velocidade do som
Eu estava perdida, até que ouvi a batida, e aí achei meu caminho
Porque você não pode parar a batida

O mundo muda cada vez que anos se passam. Antes negros (usando o exemplo por causa do musical) eram escravos. Agora podem viver entre as pessoas sendo o que são: pessoas como qualquer outra. A música nos trás o sentimento de que mesmo que lutemos para impedir as coisas ou que tentamos mudá-las, ninguém pode impedir que isso aconteça. Afinal, o mudo sempre muda.

Terceiro Lugar: Pure Imagination (Pura Imaginação) by Willy Wonka and the Chocolate Factory (1971).

Não há nenhuma vida eu sei
Para comparar com pura imaginação
Vivendo lá você estará livre
Se você realmente deseja ser

Essa é a melhor música de todo o musical da fantástica fábrica de chocolate de (1971), quando Wonka apresenta a "Sala do Chocolate". O mundo da imaginação: não poderia haver música melhor que essa. Afinal, que vida podemos comparar com o mundo de nossa imaginação?

Quarto Lugar: No Day But Today (Nenhum dia só hoje) by Rent

Há somente agora
Há somente aqui
Se entregue ao amor
Ou viva com medo
Nenhuma outra trilha
Nenhum outro caminho
Nenhum dia, a não ser hoje

Esta música nos trás um dos maiores ensinamentos de nossas vidas: viver cada momento de nosssas vidas com as coisas que nos trazem maior agrado, pensando que o amanhã e suas consequencias não existem.

Quinto Lugar: Music Of The Night (Música da Noite) by The Phantom Of The Opera

Suavemente, primorosamente
A música vai acariciá-la
Ouça-a, sinta-a
Possuí-la secretamente
Abra sua mente
Liberte suas fantasias
Nesta escuridão
Que você sabe que não pode combater
A escuridão da música da noite

A tradução ficou ruim, mas tudo bem. A "Música da Noite" é a declaração do fantasma para Christine, mostrando como ela pode cantar melhor, como ela pode sentir a música e como a música pode nos trazer sua principal essencia.

30 de janeiro de 2009

Top 10- Os melhores filmes musicais

Estava lembrando do programa do CQC e do famoso "Top Five". Então pensei em fazer a mesma coisa, só que com os filmes musicais que eu já vi os que eu mais gosto. E vamos começar:

Primeiro Lugar: RENT- os boêmios

Eu simplesmente adoro tudo em Rent. Todas as suas músicas são originais e maravilhosas, os personagens são bem feitos e a história não poderia ser melhor ainda. Assim que você ouve a música "Seasons of Love" você não para mais de ouvir. O filme pode não ter muitas coreografias, mas afinal o musical que esse nome por que? Porque musical é música, não precisa ter obrigatóriamente coreografias. A história é sobre amigos vivendo no fim do século 20, época que pessoas morriam de AIDS e pessoas eram desabrigadas, sonhavam seus mais belos desejos e amavam cada minuto que se passava da vida, mesmo sendo este tempo curto ou longo.

Segundo lugar: Sweeney Todd: o barbeiro demoníaco da rua Fleet

Novamente um musical com poucas coreografias, mas que se sobressai com suas músicas e história e o jeito "obscuro" de Burton. Depp vive o barbeiro, que foi exilado por um juiz e perdeu sua filha e mulher. O que ele mais deseja? Encontrar a mulher? A filha? Não. Depp quer vingança. Após saber que sua mulher foi maltratada pelo juiz e que ninguém o ajudou, ele se junta a adorável Miss Lovet e começam a matar pessoas em Londres e usá-las para fazer tortas.

Terceiro Lugar: Mamma Mia!


Tinha que finalmente chegar um filme feliz. Mamma Mia! Novamente é um musical com poucas coreografias, mas que se sobressai com suas músicas feitas pela banda ABBA. O musical não traz nenhuma moral ou algum tema em si. É apenas um musical sobre amizade, casamento, filhos e amigas numa idade avançada se reencontrarem celebrarem a vida.

Quarto Lugar: A fantástica fábrica de chocolate (1971)


Como assim? A fantástica fábrica de chocolate não é um musical! Mas o antigo é. Sim, estou falando do antigo fábrica, o qual possui várias canções e com um homem muito talentoso sendo o famoso dono da fábrica Wonka: Gene Wilder (que é mil vezes melhor que a versão de Wonka de Depp) que é bem mais "sombrio". O túnel que as crianças passam com o barco tem imagens nas paredes, mostrando as coisas mais obscuras possíveis. Wonka no final da um surto com Charlie. Neste filme vemos Charlie trabalhando para ajudar a família e vemos como ele realmente sofre. A música "Pure Imagination" é ótima e não podemos esquecer das famosas canções dos Ommpa Lommpas, que também estão presentes neste filme.

Quinto Lugar: Hairspray: Em busca da Fama

Finalmente chegou o musical da "gordinha" favorita de todo mundo. O musical tem várias coreografias e músicas. O musical se passa na época que o racismo era lei. Negros tinham que sentar no último banco do ônibus, só podiam aparecer no programa uma vez por mês (se não me engano), até que finalmente chega Tracy, a gordinha que entra no show e mostra que todos somos iguais e nada pode dizer ao contrário. Músicas como "Ladie's Choice" e "You Can't Stop the Beat" são ótimas, principalmente a segunda.

Sexto lugar: O fantasma da Ópera


Músicas maravilhosas, como "The Music Of The Night", "The Point Of No Return", as coreografias (principalmente na música "Masquarades" (acho que é isso) e figurino fazem deste um belo musical, embora tenha muita música, principalmente em falas que acabam sendo cantadas e ficam horríveis. O fantasma da Ópera traz algo parecido que "A bela e a Fera": o que realmente importa é o que você é e não o que você parece ser.

Sétimo Lugar: Moulin Rouge: amor em vermelho


O grande musical a lá Romeu e Juliet, traz músicas conhecidas como "All You Need Is Love", "Like a Virgin", "Roxanne". Moulin Rouge traz algo que pais normalmente falam: dinheiro não é tudo. Mesmo com todo o dinheiro que o conde possui, o coração de Satine pertence a Christian. Embora Satine acredite que os diamantes são os melhores amigos das mulheres, Christian lhe mostra como o amor é um sentimento e não algo que possa ser comprado.

Oitavo Lugar: South Park- o filme


Mesmo sendo um desenho, o musical do filme South Park apresenta coreografias e músicas originais ao modo "beisteirol americano". Então por que esta nesta lista se é um beisteirol? Porque além de ser um musical, o filme traz muita comédia e nos faz rir em momentos que pensamos ser impossível rir durante uma música.

Nono Lugar: O Corcunda de Notre Dame

Novamente um musical que nos mostra que "beleza" não mostra quem realmente somos. Quasimodo sofre quase toda sua vida por pessoas pensarem que ele é um monstro por causa de seu rosto deformado, até chegar a cigana Esmeralda e mostrar que realmente é o monstro. Músicas como "Lá fora" e "Fogo do Inferno" são ótimas músicas, principalmente a segunda.

Décimo lugar: Mary Poppins

Um clássico! Julie Andrews( que ganhou o Oscar pelo filme) interpreta a bela babá Mary Poppins, que cuida das crianças mais levadas e transforma uma casa no que ela deveria ser para toda a família: um lar.

29 de janeiro de 2009

500 visitas e obra-prima: 2001: Uma Odisséia no Espaço

Para comemorar a visita de mais de 500 pessoas neste blog, eu pensei em trazer um grande filme, visto como vários cinéfilos o melhor filme de ficção cientifica de toda a história do cinema. Agradeço a visita de todos e de seus comentários e agradeceria que vocês deixassem mais comentários, nem mesmo que seja um “oi”, só para eu saber que ainda tenho leitores. Sem enrolar mais, aqui esta o filme escolhido:

2001: Uma Odisséia no Espaço


Olha, estou me surpreendendo com as obras de Kubrick, mesmo não gostando do primeiro filme que eu vi dele: O Iluminado, mas gostei de Laranja Mecânica e agora mais um para a coleção: 2001 Uma Odisséia no espaço.

Na cena em que tem vários macacos eu pensei logo de cara: a pré-história humana. Na pré-história vemos como éramos primitivos, ou seja, não sabíamos de nada, até que um sábio homem pré-histórico inventou a arma: ossos de animais. Dessa arma surgiram os bandos e os domínios. Como assim? Eu respondo: a partir da arma, vários homens pré-históricos formaram bandos e ficaram juntos. Quando outro bando tentava atacá-los, eles usavam suas armas e claro que ganhavam, ou seja, eles dominavam o território. Quando surgi um “dominó gigante” entre os primatas (de acordo com minha irmã), de repente passa para o espaço. Isso deve mostrar como chegamos até os dias de hoje, com toda essa tecnologia, pela invenção mais comum que existe: um osso de animal.

Agora mostra tripulantes indo para a Lua, onde descobriram o famoso “dominó gigante” enterrado. Quando eles chegam na Lua vemos logo de cara numa cratera o famoso domnó. Depois que um homem olha pra cima e vê o Sol cortado e a Lua em cima, o filme passa para outra história sobre uma missão para Marte. Não explica nada sobre o famoso “dominó” e nem sobre a tripulação que foi para Lua.

Na missão para Marte, temos novos tripulantes e um novo membro na equipe: HAL. Hal não é uma pessoa, e sim um computador. Para tentar fazer este computador mais humano, colocaram nele emoções, como é mostrada na amizade entre Hal e Dave, um dos tripulantes. Quando Hal aparenta apresentar um defeito, Dave e outro tripulante decidem desconectá-lo se para não acontecer algo pior. Para Hal não ouvir sobre a possibilidade de desconectá-lo, Dave e seu amigo entram numa cápsula sem som. Mas o que eles não sabem é que Hal consegue ler lábios e descobre sobre a ameaça, o que o faz voltar para o instinto mais antigo: sobrevivência. Desse modo, Hal mata os tripulantes que estavam hibernando. Quando Dave sai da espaço nave para salvar seu amigo (já morto), Hal o prende do lado de fora. Mas Dave consegue entrar na espaço nave pela famosa entrada manual.


Dave então decide desconectá-lo. Enquanto Dave desconecta Hal, o computador assassino, Hal pede para Dave não desligá-lo, que ele será bonzinho desta vez. E nesta parte eu percebi: Hal mostra as emoções e nós conseguimos captá-las, mas ele não demonstra nenhum arrependimento em sua voz. Desse modo vimos o maior golpe baixo: a mentira. Isso mostra o seguinte: foi um grande erro transformar Hal num computador com sentimentos. Os homens têm que perceber que são seres humanos e que máquinas são máquinas.


Dave desconecta Hal e segue rumo a Júpiter e é ai que o filme fica muito confuso. Primeiro vemos o famoso “dominó” flutuando sobre o espaço perto de Júpiter. Assim Dave chega a Júpiter e não sabemos o que acontece exatamente depois. Pode ser a velocidade da luz, abdução, viagem no tempo, não sabemos, mas Kubrick faz vários jogos de imagens, o que achei fantástico.

Dave aparece de repente numa casa. Do nada? Sim, mas isso não é o mais esquisito. Dave se vê envelhecer, morrer e reviver, virando um bebê dentro de um óvulo. Quando ele se torna um feto, Dave aparece perto da Terra. O que isso significa? Não sei dizer, mas você pode entender de vários modos: a vida esteve sempre presente na Terra, nosso planeta é um grande óvulo (de acordo com a mitologia grega) e nascemos deste grande óvulo e, podemos ver algo que buscamos e que sempre esteve na nossa frente: NÓS somos o sentido da vida. Pode fazer sentido nenhum para vocês, mas para mim faz.

Adorei 2001 uma Odisséia no espaço, mas eu encontrei alguns defeitos e opiniões minhas que não gostei. O erro: quando um dos homens é morto por Hal no espaço, o homem começa a cair. “Por que ele começa a cair?” eu pensei. Afinal o espaço não tem gravidade, então por quê ele esta indo para baixo? Ele deveria flutuar, mas não sei, pode ser até um erro meu. Não gostei: muita lentidão. Da primeira vez, tudo bem é legal, mas quando o filme inteiro começa a ficar bem lento começa a ficar cansativo.

2001: uma Odisséia no espaço pode ser um grande filme de Stanley Kubrick, mas diante das obras deste grande diretor, ainda prefiro o seu filme mais famoso ( acho que é, pelo menos, porque várias pessoas da minha sala conhecem apenas este filme do Kubrick) e este filme é nada mais nada menos que: Laranja Mecânica.

Omelete- o site em que confio


        Vocês ja visitaram o site Omelete que fala sobre várias coisas? Não? Então acesse porque o site é muito bom.
        Ao contrário do crítico da Veja São Paulo, o Omelete realmente crítica o filme para o público. Afinal, quem já viu Wall-e perder para Kung Fu Panda? Nínguem merce. A muitos anos parei de acreditar no crítico da Veja. Desde que dscobri o Omelete, vi as mesmas críticas que eu fazia num filme, como por exemplo nos filmes Austrália e Speed Racer.
O site também é um guia de notícias: ele fala sobre lançamentos de filme, trailers, rumores, imagens dos filmes e muito mais.
        Claro que o Omelete não poderia faltar em entretenimento, falando também sobre lançamentos e encerramentos de seriados, lançamentos de jogos, falência de empresas, ou seja, o site do Omelete esta sempre conectado com o mundo do entretenimento. Se você acredita nas críticas do crítico da Veja São Paulo, é melhor nem entrar neste site.

28 de janeiro de 2009

Austrália- Apenas no final...


        Quando você vê este poster você imagina que a Nicole Kidman (que tem o papel de Sarah) é apaixonada por Hugh Jackman (que tem o papel de Capataz), moram na Austrália, são casados, ele é chamado para guerra e ela fica esperando por ele e eles finalmente se encontram. Se você pensava que o filme era esse, você errou.

        Os personagens: Nicole Kidman faz o papel de Sarah, uma inglesa que vai para a Austrália cuidar de uma fazenda que pertence a seu marido. Esse lugar se chama Faraway Downs (acho que é isso). Seu marido não pode encontrá-la no porto, então manda o Capataz (Hugh Jackman) para pegá-la. Não posso me esquecer de um personagem: um menino que lembra um "Mogli" e seu avô que os ajuda durante a jornada de vender os bois. Claro que também tem o vilão da história: um cara chamado Fletcher (acho que é assim que escreve).

        O marido de Sarah morre e ela pretende cuidar da fazenda e cuidar do menino, depois que a mãe dele morre. O Capataz a ajuda e obviamente se apaixona por ela, algo que já era esperado pelo poster.


        Nem preciso dizer que achei o filme regular. As coisas que salvam o filme são: Nicole Kidman (nas horas de riso e choros ela esta fantástica) os gráficos da guerra (entre eles, os aviões) e a paisagem da Austrália (sendo ela feita por gráficos ou natural). O roteiro achei muito fraco. E é apenas no final do filme que chega finalmente: a guerra.

        Os dois acabam juntos, o vilão morre e o menino "Mogli" vai com seu avô para casa. Ou seja: o filme é estremamente previsível. A única coisa que não é previsível é o final. Quando a cena afasta você pensa "Pronto, acabou", mas o filme continua. Achei até meio previsível a "quase" morte de Sarah. Era claro que ela não iria morrer faltando ainda muito tempo de filme.

        A música foi um clichê desnecessário. "Você ouvira minha canção". Quer dizer que mesmo se o menino estiver no Brail e ele cantar para ela na Austrália ela ouvira. Clichê mal colocado. A mesma coisa aconteceu em "O som do coração". Pela música o cara descobre que o menino é filho dele, reencontra a moça e a mulher finalmente acha o filho e tudo isso apenas ocm ele tocando a música. Clichê demais, mas gostei da música que colocaram: " Over the rainbow" do filme o Mágico de Oz.

        As paisagens são maravilhosas, Nicole Kidman nos surpreende mais uma vez em sua bela atuação, Hugh Jackman é regular, mas ele esta totalmente diferente neste filme. Se você pensa em vê-lo como um brutamontes que mata todo mundo, como em X-men, você esta quase enganado. Sim, ele é um brutamontes, mas também tem cenas de romance, aventura e drama. Os gráficos são ótimos, sendo eles de paisagens, aviões, ou até mesmo da Austrália, mas o filme não tem ritmo.
        Austrália tinha tudo para ser um bom filme. É muito tempo para um roteiro mal elaborado. Se tivesse que dar uma nota ou estrelas para esse filme, seria 6 ( numa escala de 0 à 10) e 2 estrelas e meia (numa escala de 0 à 5).



Crepúsculo- Finalmente acabei de ler o livro e....


Depois de assistir o filme Crepúsculo eu queria muito ler o livro! E aqui esta a crônica do livro.

Claro que não é nenhuma novidade o que eu vou falar agora: o livro é muito melhor. O livro tem muito mais detalhe (até demais), muito mais história além do romance, mas não posso reclamar sobre a adaptação para o cinema que ficou muito boa, mas tem algo que faltou que não poderia: Carlisle. A vida de Carlisle desde que virou vampiro e formou o clã dos Cullen deveria ser mencionado, mesmo que resumido em dois minutos e meio, o que não seria difícil.

A personagem de “Bella” pode lembrar várias pessoas: pais separados, indo morar em outra cidade, outra escola, outro clima. Mas é surpreendente! Uma menina nova, numa escola nova, não conversa com ninguém até passar um bom tempo. Mas não é isso que acontece com Bela. Como a cidade é pequena, todos sabem que a filha do policial esta se mudando. Logo na escola ela já faz amizades e é quase popular.

O início é um pouco chato porque Bella fica apenas reclamando de estar em Forks, do clima e de estar com seu pai, Charlie. Mas fica mais interessante quando algo intriga ela e não poderia ser nada mais nada menos que Edward, o vampiro. O fato de no começo ele odiá-la e depois se apaixonar por ela deixa Bella incomodada.

Os diálogos sobre os dois no decorrer do livro são muito legais, mas tem algo que irrita: os comentários de Bella. “seu sorriso torto”, “seu peito musculoso”. Só falta daqui a pouco ela estar com fogo e pensar: “Me abre, me fecha, me chama de gaveta”. Pode ser meio clichê ou até mesmo pegajoso, mas romance é o quê? Tem que ter um pouco disso, mas Meyer exagerou um pouco.

No final do livro, Bella fala que larga tudo para ficar com Edward, até mesmo a família. Foi a única parte que, vamos dizer assim, apaixonante e infantil que não gostei. Clichê demais. Largar tudo por um garoto. Deixar os pais, escola, vida e tudo para ficar com ele. Pode parecer loucura, mas Bella foi de “apaixonada” para “obcecada”. Mas provavelmente o que Meyer deve insinuar é que tudo é possível no amor, mesmo se seu amor quiser te matar e gostar de seu cheiro e gosto.

Uma coisa que eu vi muito na internet nas comunidades do Orkut e sites: pessoas reclamam sobre o jeito de Meyer escrever. Eu aposto que essas pessoas só leram a versão brasileira. Se você leu a versão original, escrita em inglês, pode me questionar no que direi agora: eles estão errados. O que pode ser cansativo são os vários detalhes que ela coloca, mas o jeito de escrever se perde totalmente na tradução.

Ao ler Harry Potter e o Enigma do Príncipe em inglês, eu pude ler realmente o jeito de escrever de Rowling, o que foi perdido para a versão brasileira, como mudança de falas e emoções. Quando realmente vi o jeito de Rowling, eu comecei a ler todos os livros em inglês. Então pode não ser o jeito dela escrever, mas sim a tradução.

Tem momentos que você começa a viajar na batatinha, mas logo você volta para o livro. “Crepúsculo” pode ser apenas um simples romance como o amor de Romeu e Julieta, mas aposto que o Romeu não era um vampiro e Julieta uma mera menina “comum” para alguns e bela para seu amado, ao contrário, Julieta era amada por todos.

Além do romance, “Crepúsculo” traz o vampirismo. Minha teoria (que usarei na minha monografia da escola) é que Meyer não criou uma coisa nova. Nem mesmo Rowling fez isso. Elas trouxeram coisas esquecidas como Nárnia e Senhor dos Anéis (no caso de Rowling) e Drácula (no caso de Meyer).

Com certeza continuarei a ler a série. Afinal, quem começa a ler uma série que gosta tanto e para no meio?

27 de janeiro de 2009

Livro 2 " Vida do outro lado"- Capítulo 3

-Capítulo 3- O dia que acabou a luz

 

 A luz tinha acabado. Todos estavam separados pela casa no campo dos pais de minha namorada, Packet Giving. Stall estava tomando banho. High estava na cozinha preparando um lanche. Juliet estava no banheiro se maquiando. Carmen na biblioteca lendo um livro. Packet estava no quarto arrumando o armário. Então quem era a pessoa que estava na minha frente? Eu estava no corredor do segundo andar quando a luz acabou. Podia-se ouvir a respiração ofegante da pessoa, como se ela estivesse do meu lado.

-Quem é você?- perguntei ao vulto na minha frente.

Nenhuma resposta. Em troca a pessoa se virou e começou a correr em minha direção. Esta pessoa estava chorando. Parecia estar em desespero. Eu estava perto da porta do quarto dos meninos. Não tinha nenhuma arma na minha mão. Comecei a correr para o quarto. Mas era tarde de mais. A pessoa colocou suas mãos em meus ombros.

-Estou aqui- disse uma voz num sussurro aterrorizante e tenebroso.

-Quem é você?- perguntei novamente e agora empurrando a pessoa para longe de mim.

-Nossa- disse uma voz grossa com um tom de surpresa- é assim que você da boas-vindas a um amigo?

Uma porta abriu e o vulto foi embora.

-Beelks- disse uma voz feminina- cadê você?

-Packet?

-Sim. A luz acabou e não enxergo nada.

-Alguém estava aqui- disse ainda aterrorizado.

-Quem?- perguntou Packet começando a ficar aterrorizada.

-Não sei, mas de repente sumiu.

-Você deve estar com medo- disse Packet com uma pausa- só isso.

-Não é possível- eu disse ainda aterrorizado e agora com raiva- a pessoa encostou em mim. Cadê todo mundo?

-Não sei- disse Packet- a luz ainda não voltou.

Começamos a andar pela casa de mãos dadas. Packet sabia onde ficava cada cômodo da casa, exceto uma sala que ia para um porão. Primeiro fomos para a biblioteca para achar Carmen.

-Carmen- gritava de raiva- Cadê você?

Nenhuma resposta. Até que novamente uma pessoa encostou as mãos nos meus ombros.

-Achei vocês- disse Carmen- alguma coisa aconteceu.

-Como assim?- perguntou Packet ficando mais aterrorizada e começando a chorar.

-Recomponha-se! São nesses momentos que temos que ter coragem e não sair gritando por ai- disse num tom raivoso para Packet- O que aconteceu?

-Alguém veio em mim- disse Carmen- um vulto encostou nas minhas mãos e me disse que eu poderia ter esquecido dele, mas que ele não tinha esquecido de mim.

-Então esta pessoa era “ele”?

-Presumo que sim- disse Carmen.

-Então só pode ser...

-Ninguem- respondi- sem ofensas, mas Gabriel esta perdido e Sky, bem... esta morto.

-Eu sei- gritou Carmen em pânico- você acha que eu não pensei nisso antes?

-Vamos achar os outros- disse Packet.

Fomos para a cozinha encontrar High.

-Ai estão vocês- disse High- acabei de fazer um sanduíche...

-Não temos tempo para isso- gritei nervoso para High- tem alguém dentro da casa.

-Como assim?- perguntou High agora preocupado.

-Apenas quando encontrarmos Juliet e Stall eu falarei- eu disse- não gosto de contar a mesma coisa várias vezes. Vamos.

Mas nem precisamos andar muito. Fomos para a sala de televisão e Stall e Juliet estavam juntos, usando celulares como lanternas.

-Achamos vocês- disse Packet- ainda bem.

-Tem alguém na casa- eu disse- essa pessoa veio até mim falando que eu tinha esquecido de um amigo e essa mesma pessoa chegou para Carmen falando que não esqueceu dela.

-Mas só pode ser Gabriel ou Sky- disse Juliet com nenhum pouco de medo.

-E um esta desaparecido e o outro morto! Você acha que não pensamos nisso?!- gritei.

-Vocês estão vendo coisas isso sim- disse Stall nervoso comigo por ter gritado com Juliet.

A luz voltou, mas parecia que a casa era mais segura com a luz apagada do que com a luz acesa. Todas os objetos da casa estavam cortados, quebrados e espalhados pelo chão. As paredes estavam com sangue que levava para algum lugar.

-Vamos seguir o caminho- disse High.

-Você pirou!?- gritou Juliet- É a mesma coisa que chegar para um assassino e pedir que ele te mate.

-Vamos seguir o caminho de sangue- eu disse- e iremos acabar com isso de uma vez por todas.

Começamos a seguir o caminho de sangue. Passamos por vários cômodos da casa.

-O porão- disse Packet- meu pai falou...

-Não importa o que seu pai falou!- gritei como se ninguém entendesse- eu tenho que te proteger e o único jeito é acabando com isso!

-Abrimos a porta do porão. Mas não era um porão qualquer. Dentro dele tinham várias salas. O caminho de sangue levava a única porta que estava na nossa frente.

-Vamos- disse Stall

Quando chegamos perto da porta ela abriu e fechou rapidamente com uma pessoa surgindo em nossa frente. Uma pessoa que servia os pais de Packet.

-Aonde vocês pensam que vão?- perguntou o mordomo.  

26 de janeiro de 2009

"Marley & Eu"- O pior cão do mundo te ensina a viver


        Eu adorei o filme “Marley & Eu”, principalmente do final que é muito triste, comovente e com uma pequena moral, se assim posso descrever os últimos momentos do filme. Esse provavelmente é o melhor trabalho que já vi, no cinema, de Owen Wilson e Jennifer Aniston.
        O filme, nem preciso comentar, é bem melhor que um Beethoven da vida. O personagem principal se chama Jonh e é atuado por Owen Wilson. Sua mulher, Jenny, é atuada por Jennifer Aniston ( a Rachel de “Friends”). Os personagens são pessoas normais. O filme fala sobre a vida dos dois, sobre os acontecimentos da vida do casal, como filhos, brigas, festas e claro do cachorro Marley.

Claro que adorei o cachorro: ele destrói tudo o que vê pela frente, maltrata a professora de cães, pula na piscina, o cachorro sai correndo e Wilson corre atrás dele e muito mais. Imagine um cachorro sendo uma peste desde filhote até a mais alta idade. Este é o Marley, que tem o nome baseado em ninguém menos que o cantor Bob Marley. Além claro que ele é um labrador, uma raça de cachorro que eu adoro e que só faz besteira.

O filme esta entre uma comédia romântica e um drama. Claro que a parte mais dramática esta nos últimos momentos, os quais vemos a amizade do homem e do cachorro, a perda de um ou do outro e a saudade que nos traz. Na cena que o cachorro Marley, já bem velinho e com, uma doença é sacrificado, John passa no Marley inteirinho e lembra dos bons momentos que passaram juntos. O enterro do cachorro é uma das partes mais comoventes, quando as crianças escrevem coisas para Marley e Jenny da seu colar, que tinha sido comido antes por Marley e acrescenta que a familia dela já tinha começado quando ele foi para casa.

Marley não é apenas um filme comum de um cachorro comprado por um homem para aprender a cuidar de filhos. “Marley & Eu” é muito mais que um filme. É um filme sobre sentimentos que deixam de lado as coias materiais da vida. . Eu nunca tive um cachorro e fiquei bem comovido. “Marley & Eu” é um filme muito comovente e cheio de vida e sentimentos. Se você teve um cachorro, se prepare para chorar.

Uma semana sem pais e pude testar um novo jogo...


        Para as pessoas que visitam o blog e não sabem e que agora vão saber: eu tenho um primo rico. Todo mundo tem um tio rico, logo seu primo é rico. Meu primo tem um sítio numa cidade do interior de São Paulo. Ele gosta muito de ir na Riviera de São Lourenço (parece familiar?), a qual ele adora ir aos luais (familiar de novo?), o qual não gosto de ir pelos bafo das pessoas que estão bêbadas, drogadas ou fazendo sexo (porque lá não existe amor, logo não posso usar o termo "fazendo amor"). Ele quer começar a ir para Riviera sozinho, mas minha tia não tinha certeza então fez um teste: ficarmos ele, eu e dois amigos dele no sítio dele em Itatiba.


        Para variar me diverti muito indo em cama elástica, indo à piscina, jogando bola, jogando taco e claro videogame. Afinal como diz minha professora de geografia: "No verão brasileiro chove num dia e no outro também".


        E o que isso tem a ver com um jogo? Bem, um amigo do meu primo levou um jogo bem parecido com o Guitar Hero (sabe aquele jogo da guitarra?) só que com outros instrumentos. Claro que eu adorei! Esse amigo do meu primo levou todos os instrumentos: guitarra, microfone e bateria.



        Não consigo jogar na guitarra depois que começa a ser todos os botões (no total são cinco botões), ou seja, apenas consigo jogar com quatro botões. Que história é essa de botões? É simples, existem cinco botões: verde, vermelho, amarelo azul e laranja, iguais ao Guitar Hero. Quando você aumenta a dificuldade começa a ser quatro botões. Se você aumenta mais uma vez, fica cinco botões.


        "Mas iso é muito fácil!" você pensa e eu pensei igual, mas não é, bem, pelo menos não para mim, uma pessoa que nunca tocou um instrumento musical na vida, embora queira aprender piano.

        Aparecem várias músicas de artistas famosos e clássicos do Rock, como "Should I stay or Should I go", "Danni California" ( a qual me atrevi a
cantar de tão legal), "Mississipi Queen", "Learn to Fly" e muitas outras. Adorei Rock Band e pretendo comprar de aniversário. Odeio ser viciado em videogame.





18 de janeiro de 2009

Ipod Classic- De entretenimento ja basta!



        Comprei ontem um Ipod Classic de 80 Gb (foto ao lado). Claro que eu tenho que dar minha opinião sobre este pequeno, mas potente aparelho.

        Comprei o Ipod no Mercado Livre, lugar que as pessoas falam que é de ladrão, que é lugar de golpista. Claro que tem golpista, mas também têm pessoas como eu que apenas querem comprar e vender. Este Ipod custa em média uns mil reais e acabei pagando quatrocentos, ou seja, não gastei mais seiscentos reais por causa de importação e dos altos preços das lojas brasileiras (em lojas americanas este Ipod custa por volta de 250 dólares).


        Agora falando no aparelho. Música tenho poucas, mas vídeos tenho muitos. Já coloquei vários vídeos, sendo do Youtube ou até mesmo de DVDs. Agora tenho meus filmes favoritos e posso levá-los para o lugar que eu quiser.Claro que também este aparelho toca música, mas o que falar? Só sei que a bateria dura em média trinta horas. A tela é muito boa! Se você comprar um MP4 normal, terá menos resolução (como é no caso do MP4 do meu amigo) e a tela sendo menor (mais uma vez o MP4 do meu amigo).


        Claro que tem outras coisas como jogos, alarme, cronômetro e mais: você pode colocar suas fotos favoritas! Invés de carregar álbuns e álbuns para mostrar as fotos para seus amigos, é só você colocá-las no Ipod e mostrar uma de cada vez.

        Mas e se eu quiser ver um vídeo ou mostrar as fotos para meus amigos, teremos que ficar vinte e cinco pessoas na frente de uma tela de 2 polegadas e meia? Claro que não. Existe um cabo que possibilita você conectar seu Ipod na televisão.


        Claro que o Ipod Classic não é como o Ipod Touch com seus vários aplicativos e internet sem fio, mas o Classic vem com um espaço maior para as coisas que você mais gosta, é mais barato e vem com vários entretenimentos. Este Ipod vai agrada da melhor forma.

16 de janeiro de 2009

Apple- o sucesso

        Já vou avisando que sou uma pequena criatura capitalista. Adoro aparelhos eletrônicos e as práticas que eles nos trazem, mesmo sendo tão caros.
        Como será que a Apple ficou famosa nos últimos anos? Se é por causa de tecnologia, software eu não sei, só sei de uma coisa: Apple é pop e não adianta negar.A famosa figura atrás de Ipods, monitores e computadores é uma bela maçã (Apple em inglês). Ano passado foi lançado o famoso Iphone. Ele é o melhor celular do mundo? Não, mas provavelmente é adquirido por um fator: popular. Várias e várias pessoas adquiriram este aparelho, mesmo sendo ele tão caro e sendo pior que outros aparelhos mais baratos.

        Os famosos Ipods. O Ipod, como o Iphone, tem uma pequena imagem atrás do aparelho (novamente aparece a maçã). Posso até dizer que o Ipod foi revolucionário. Um dos aparelhos que a bateria mais dura, um dos primeiros a tocar música e um dos primeiros a ser Touch (me refiro ao novo Ipod Touch). Existem aparelhos que possam fazer a mesma coisa que um Ipod? Sim, claro que existe, mas ele é pop e não adianta negar.

        Casos das mulheres: você pode comprar uma bolsa normal num bazar que esta acontecendo na esquina de sua rua. Mas essa bolsa não é uma Prada. Sei alguma coisa de bolsa? Não, mas minha irmã esta fazendo faculdade de moda. A bolsa Prada é pop e não adianta discutir.




        Caso dos homens: Você pode ir muito bem obrigado numa loja de carros comprar um Pegeout ou um Chevrolet, mas não tem maior desejo do que uma bela BMW ou uma FERRARI. BMW e FERRARI são pops a não adianta discutir.




        Também não precisamos falar de propaganda. Filmes, séries, fotos e as propagandas destinadas aos televisores de sua humilde moradia. Qual o computador do "O Diabo Veste Prada"? Um apple. Qual o notebook usado por Sarah Jessica Parker em "Sex and the City"? Um apple. Qual o aparelho usado por uma mulher no filme "Fim dos Tempos" para mostrar o que aconteceu com um cara no zoológico? Um Iphone, que é produzido pela Apple.

        Também sou fã da imagem de pequena maçã. Comprei já dois Ipods, mas não comprei nenhum computador porque é muito caro. Sou Maria-vai-com-as-outras? Não sei dizer. Faço pesquisas e vejo qual o melhor custo/benefício. Ao comprar um Ipod, vi que é o aparelho que reproduzia música durante mais tempo e com uma boa tela colorida que da para assistir filmes era um Ipod Apple. Além do mais não podemos negar, nada é melhor do que algo com marca e com uma maçã.


Livro 2- Capítulo 2

Capítulo 2- A casa

-Meus Deus!- disseram todos, menos Packet.

-Que foi?

- Esta casa é perfeita!- disse Carmen- é enorme!

A casa era exatamente como Packet falou: A casa tinha tem três andares e era toda feita de madeira.

Quando começamos a subir uma ladeira de pedras para chegar á casa, percebemos as outras coisas que Packet falou da casa: piscinas de vários tamanhos, campo de futebol de salão e de campo, campo de volêi,  umas sete camas elásticas e seus quatro cachorros, as estufas, que estavam lotadas de frutas de vários tipos e uma casinha média que provavelmente deveria ser a sauna.

O carro finalmente parou na entrada da casa que era maior do que parecia. Era uma porta feita de vidro que abria automaticamente para a sala de estar. A sala de estar era toda branca com cadeiras e mesas de madeira. Nela tinha uma bela mesa gigante toda feita de mármore.

-Por aqui gente- disse Packet, notando que todos estavam prestes a babar pela sua casa.

Entramos na sala de televisão. Claro que era muito mais do que uma simples sala de televisão. Era praticamente uma sala de cinema. Tinha uma tela enorme, um projetor, poltronas e até mesmo máquinas de refrigerante e pipoca. Tinha também pufes de vários tipos e cores se não houvesse mais lugar na sala para sentar. Os pufes quase não eram usados.

-Posso dormir aqui?- disse Stall largando sua mala e quase beijando o chão da sala. Era o seu paraíso.

-Não- disse Packet- os quartos são no segundo andar. Até lá nós fazemos um tour pela casa.

Entramos na sala de leitura, o que foi uma péssima idéia. Era maior que a sala de estar e tinha várias prateleiras de livros e mais livros, todos em ordem alfabética.

-Gente- disse Carmen pausadamente- continuem o tour que ficarei aqui.

-Nada disso- disse Juliet pegando a mão de Carmen- todos têm que estar junto! Vem logo!

Entramos na sala de troféus. Não ficamos surpresos com nada lá, mas a sala era cheia de troféus de Packet e de seus pais. Tinha até livros com todas as fotos dos torneios que eles ganharam.

-Vamos subir então para os quartos?- perguntou Packet.

Subimos a escada em espiral e vimos um corredor o qual era possível duas pessoas ficaram lado a lado.

-Este é o quarto dos meninos- disse Packet- podem entrar.

Entramos e as meninas também para matar a curiosidade. Parecia um suíte do hotel mais caro que existia. O quarto era enorme cabendo dez pessoas lá sobrava até espaço. O quarto era todo pintado de azul com várias luminárias pelas paredes e no teto. Tinha um canto com uma luz mais forte e uma poltrona que deveria ser o lugar para ler. Haviam 4 armários gigantes, podendo ser dividido por quatro pessoas. As camas eram confortáveis e grandes. Tinha uma televisão no quarto também e uma pequena geladeira, caso quiséssemos alguma bebida.

-Querida- disse para Packet- por que você não nos falou desse lugar antes?

-Não sei- ela respondeu- vocês queriam tanto ir para Riviera de Rush que acabei nem falando. Meninas o nosso quarto é o quarto da frente.

Ninguém tinha notado que os quartos ficavam um de frente para o outro. Stall, High e eu deixamos nossas malas e fomos para o quarto das meninas. Era pintado de amarelo e tinha os mesmos objetos que nosso quarto, mas tinha uma coisa a mais que nós meninos não importaríamos de ter. Era uma escrivaninha com um espelho enorme e várias maquiagens. Juliet teve um surto.

-Meu Deus!- ela gritava e gritava- Meus Deus! Meu Deus! Meu...Deus!

-Para de falar isso Ju- disse Stall- você nem acredita em Deus!

-Agora acredito- disse Juliet- Meu Deus! Meu Deus!

-Então- disse um homem surgindo da porta. Ele usava um smoking preto. Provavelmente era o mordomo da casa- vocês gostariam de comer alguma coisa?

-Sim- disse Packet- estamos famintos. Rash prepare um belo almoço para nós lá fora. Quero mostrar para eles “a vista”.

-Sim senhorita- disse Rash- vocês gostariam de alguma coisa agora?

Ninguém ouviu. Todos estavam adorando a casa de Packet. Rash então saiu do quarto e mandou os funcionários fazer o almoço.  

- “A vista”?- perguntei para Packet.

-É uma surpresa.

Todos nos divertimos. Fomos na piscina, na sauna, jogamos vôlei, e muito mais. Até chegar o carrinho. Rash estava dentro dele.

-Vamos para o almoço?- perguntou Rash.

-Sim- disse Packet- todos entrem no carro.

Subimos um morro e descobrimos o que era “a vista”. Atrás do morro ficava um lindo lago. O lago era limpo e tinha uma casa perto dele. Era uma casinha pequena e modesta, mas perto estavam vários barcos que pertenciam à Packet. Ao redor do lago tinham várias árvores e pinheiros.

-Vamos comer aqui- disse Packet.

E foi quando percebemos. Saímos do carro e entramos numa casa sem parede, apenas com colunas para segurarem o teto em formato de triângulo e cortinas de uma coluna para outra. Embaixo do telhado tinha uma mesa branca com cadeiras da mesma cor. A mesa estava com um banquete grandioso e saboroso.

Nosso fim de semana foi praticamente assim, até chegar aquela noite. Cada um estava num canto da casa. Estava chovendo muito e nada melhor poderia acontecer do que ficarmos na escuridão numa casa enorme.

Capítulo 3- O dia que acabou a luz

15 de janeiro de 2009

Livro 2: A vida do outro Lado- Capítulo 1

Capítulo 1- A viagem

No fim do ano meus amigos e eu combinamos de ir à casa de campo dos pais de minha namorada.

Carmen Stevens é uma grande amiga minha. Estudamos juntos desde a 1ª série na escola de Brokks. Camen era um pouco baixinha, morena e tinha uma pele branca como a neve. Era considerada agora uma “Patrícia Beta”. Ela tinha passado por muitas dificuldades ano passado. Nosso amigo Gabriel está desaparecido até agora e Carmen amava ele. Depois surgiu um menino na escola chamado Sky. Eles se apaixonaram, mas não durou muito tempo. Sky tinha câncer e morreu depois de uns meses.

Stall Bruquens é meu amigo cinéfilo. Adora clássicos do cinema, como os filmes do diretor Stanley Kubrick. Entrou na escola ano retrasado e ficamos amigos. Ele é alto e agora ficou forte. É ruivo naturalmente, mas começou a pintar o cabelo de moreno. Seus pais se mudaram de Brokks e começaram a ganhar muito dinheiro. Ele se apaixonou por uma amiga nossa: Juliet Neft. Ele é considerado um “Patrício Beta”.

Juliet Neft queria ser atriz. Entrou na escola e repetiu de ano, se juntando a minha turma. Ela é ruiva, alta para uma menina, só que um pouco menor que eu e magra. Quando Stall se mudou de Brokks por um tempo chorava muitos dias. Quando ele voltou começaram a namorar. Agora estão dando um tempo. Ela é considerada uma “Patrícia Beta”.

Gabriel Stoll era meu amigo mecânico. Ele é baixo, tem o cabelo moreno e é magro. Ele gostava tanto de tecnologia que fazia serviços para o governo. Em Riviera de Rush, Gabriel ficou bêbado e bateu a cabeça, sendo levado pelo mar. Um telefonema que ele fez para mim trazia a notícia que ele estava vivo, mas ainda não foi achado. Não voltou à escola desde então.

High Toom é o amigo mais tranqüilo que tenho. Tem uma altura média como eu, tem cabelo loiro e é magro. Nossos pais são amigos de infância. Ele mudou para nossa escola depois de ficar bêbado em Riviera de Rush e seus pais descobrirem. É considerado um “Patrício Beta”.

Packet Giving, minha namorada. Entrou na escola e desmaiei duas vezes, briguei e fui hospitalizado por causa dela. Conheci seus pais que são pessoas muito legais. Ela é loira, tem uma altura média, mas é menor que eu, bonita e magra. Começamos nosso namoro em Riviera de Rush. Ela se mudou para Brokks porque foi expulsa da outra escola. Ela era uma "dominadora" e um menino queria fazer amor com ela forçando-a. Ela recusou e o menino bateu nela. Nunca levou um tapa meu ou de alguém desde então.

Sky Yinz. Se mudou para Brokks e começou a estudar na mesma escola que meus amigos e eu. Sky era alto, loiro, tinha olhos verdes e era forte. Ficamos amigos e Carmen se apaixonou por ele, mas como já comentei ele tinha câncer no estômago e acabou morrendo.

Minha irmã, Cristina, era uma famosa “dominadora”, mas depois de conhecer o médico do hospital que fiquei, acabou voltando ao normal. Ela se casou com o médico, Steven, e estavam esperando um bebê. Minha mãe entrou em desespero quando minha irmã contou que estava grávida e decidiu ter outro bebê. As duas estavam grávidas.

E eu? Bem meu sobrenome é Belkks e todos me chamam pelo meu sobrenome. Sou uma pessoa normal,se isso realmente existe. Saiu com meus amigos, gosto de cinema, ler livros, surfar e fazer coisas que classifico como "normais". Tenho consciência de uma pessoa de vinte e dois anos num corpo de dezesseis pela falta de família. Quando pequeno, meus pais contratavam uma empregada para ficar com minha irmã e eu e saiam para jantar. Minha irmã dava um “Boa noite Cinderela” para as babás, que ficava espalhado pela comida das coitadas e elas acabavam adormecendo. Minha irmã saia de casa e acabava me deixando sozinho. Eu tenho altura média, sou loiro e vamos dizer assim “forte”.

Quando as férias começaram, meus amigos e eu decidimos viajar para a casa de campo de minha namorada. Não ficava muito longe da nossa cidade, Brokks, mas também não era muito perto. Demora duas horas para chegar de carro. Mas todos compraram passagens de ônibus, já que nenhum adulto iria nos acompanhar.

-Você não fará sua mala?- perguntei para Packet. Estávamos na casa dela um dia antes da viagem.

-Claro que não- disse Packet- tenho um quarto meu lá com todas as minhas roupas.

-Bem- falei pausadamente- pelo menos não teremos que fazer sua mala. Demoraria muito tempo.

-Mas levarei minhas bolsas, claro!- afirmou Packet- não consigo viver sem elas.

Durante as férias, Packet criou o infeliz hábito de comprar bolsas sem parar. As bolsas custavam muito caro, mas mesmo assim ela comprava.

-Querida- eu disse uma vez numa loja- com essa bolsa da para você ajudar um país do terceiro mundo! Olha o preço!

-Não se preocupe- disse Packet- Ajudarei as pessoas do terceiro mundo e mais uma coisa: é Prada.

Isso começou a me irritar. Você não tem idéia. O pior é que eu tinha que ir atrás se quisesse passar tempo com ela.

-Esta bolsa combina com meu vestido?- ela me perguntou. Era uma bolsa dourada e pequena. Também não era nenhuma novidade que era cara.

Sempre que uma mulher faz este tipo de pergunta você tem que falar rápido e com total certeza. Desse modo ela compra a bolsa e não fica enrolando na loja.

-Sim...- falei com som duvidoso e lento. "Burro", pensei.

-Acho que não- disse Packet acreditando que a bolsa não era bonita pelo meu tom de voz- me deixa ver as outras bolsas- ela disse para a assistente da loja.

Acabei me ferrando. Não segui minha própria teoria sobre Packet e sua demora de escolher bolsas estava me irritando. Mas eu não era o único. Carmen também ficava com raiva. Mas Juliet ficava também enrolando para comprar uma bolsa.

“É hoje” eu pensei assim que acordei. Minha mala já estava pronta. Nela tinha várias roupas, sendo elas de tempos frios até os mais quentes. Claro que também coloquei meu terno, caso os pais de Packet fossem à casa de campo. Minha mãe ficou emociadapelo fato de meus amigos e eu ficarmos lá durante três semanas e seu filho ficar longe de casa. Deveria ser os hormônios da gravidez. Desde que ela e minha irmã ficaram grávidas, as duas se emocionavam rapidamente, do mesmo cheito que podiam ficar com raiva rapidamente.

Sai de casa e fui para a casa de High que era a mais próxima da estação de ônibus. Todos iriam se reunir lá. Packet já estava lá esperando por todos. Claro que Carmen e Juliet demoraram um bom tempo para chegar, mas foi Stall que chegou por último, para variar. Ele tinha este chato hábito de chegar sempre atrasado que irritava todos.

-As malas de todos estão no ônibus?- perguntou Packet com um tom de impaciência.

-Só falta a mala de Stall- respondi- mas ainda faltam outras pessoas chegarem.

-Já cuidei disso- disse Packet- meu pai comprou todos os assentos para irmos apenas nós no ônibus para a cidade de Vregen.

-A cidade fica perto da casa do campo?- perguntou Juliet, maravilhada com a idéia de termos um ônibus particular.

-Sim- disse Packet- Quando chegarmos à cidade, um motorista pegará agente de carro e nos levará até a casa de campo. Isso deve demorar uns dez minutos.

-Já coloquei minha mala- disse Stall cansado. Correu para chegar a tempo.

-Bem- disse High empolgado- O que estamos esperando? Vamos logo para nossas férias!

Entramos no ônibus. Nem preciso comentar que o cheiro era esquisito e os assentos eram desconfortáveis. Mas como estavam apenas meus amigos e eu no ônibus, ficamos de pé o tempo todo, tentado ficar em pé, o que não era fácil. Claro que chegou uma hora que sentamos para descansar. O motorista colocou um filme muito chato, o qual nem prestamos atenção.

-Senhoras e senhores- disse o motorista pelo microfone. O som saia pelas caixas de som. O som era horrível. Era muito baixo.- podem sair do ônibus. Chegamos em Vregen.

Não preciso comentar porque não é nenhuma novidade né? Vregen era uma cidade pequena em tamanho e em população. Afinal, era longe da grande metrópole e não tinha nada de interessante. Não haviam muitas lojas espalhadas pela rua. Juliet entrou em ataque de pânico.

-Não se preocupe- disse Packet tentando acalmar Juliet- a maioria das lojas ficam dentro do supermercado, porque é o lugar que é mais visitado por todos da cidade. Vamos! O carro esta logo ali.

Não era um carro pequeno, longe disso. Era um lançamento. Era uma perua grande e prateada. Todos nós cabíamos fácil, com as malas e ainda sobrava espaço. Colocamos nossas malas no carro e entramos. Claro que sentei do lado de Packet.

Demorou dez minutos para chegarmos. Não havia trânsito. O terreno da casa era guardado por uma cerca feita de pedra e um portão feito de madeira com um pequeno telhado em cima. No portão tinha uma placa: “Os Giving”.