29 de janeiro de 2009

500 visitas e obra-prima: 2001: Uma Odisséia no Espaço

Para comemorar a visita de mais de 500 pessoas neste blog, eu pensei em trazer um grande filme, visto como vários cinéfilos o melhor filme de ficção cientifica de toda a história do cinema. Agradeço a visita de todos e de seus comentários e agradeceria que vocês deixassem mais comentários, nem mesmo que seja um “oi”, só para eu saber que ainda tenho leitores. Sem enrolar mais, aqui esta o filme escolhido:

2001: Uma Odisséia no Espaço


Olha, estou me surpreendendo com as obras de Kubrick, mesmo não gostando do primeiro filme que eu vi dele: O Iluminado, mas gostei de Laranja Mecânica e agora mais um para a coleção: 2001 Uma Odisséia no espaço.

Na cena em que tem vários macacos eu pensei logo de cara: a pré-história humana. Na pré-história vemos como éramos primitivos, ou seja, não sabíamos de nada, até que um sábio homem pré-histórico inventou a arma: ossos de animais. Dessa arma surgiram os bandos e os domínios. Como assim? Eu respondo: a partir da arma, vários homens pré-históricos formaram bandos e ficaram juntos. Quando outro bando tentava atacá-los, eles usavam suas armas e claro que ganhavam, ou seja, eles dominavam o território. Quando surgi um “dominó gigante” entre os primatas (de acordo com minha irmã), de repente passa para o espaço. Isso deve mostrar como chegamos até os dias de hoje, com toda essa tecnologia, pela invenção mais comum que existe: um osso de animal.

Agora mostra tripulantes indo para a Lua, onde descobriram o famoso “dominó gigante” enterrado. Quando eles chegam na Lua vemos logo de cara numa cratera o famoso domnó. Depois que um homem olha pra cima e vê o Sol cortado e a Lua em cima, o filme passa para outra história sobre uma missão para Marte. Não explica nada sobre o famoso “dominó” e nem sobre a tripulação que foi para Lua.

Na missão para Marte, temos novos tripulantes e um novo membro na equipe: HAL. Hal não é uma pessoa, e sim um computador. Para tentar fazer este computador mais humano, colocaram nele emoções, como é mostrada na amizade entre Hal e Dave, um dos tripulantes. Quando Hal aparenta apresentar um defeito, Dave e outro tripulante decidem desconectá-lo se para não acontecer algo pior. Para Hal não ouvir sobre a possibilidade de desconectá-lo, Dave e seu amigo entram numa cápsula sem som. Mas o que eles não sabem é que Hal consegue ler lábios e descobre sobre a ameaça, o que o faz voltar para o instinto mais antigo: sobrevivência. Desse modo, Hal mata os tripulantes que estavam hibernando. Quando Dave sai da espaço nave para salvar seu amigo (já morto), Hal o prende do lado de fora. Mas Dave consegue entrar na espaço nave pela famosa entrada manual.


Dave então decide desconectá-lo. Enquanto Dave desconecta Hal, o computador assassino, Hal pede para Dave não desligá-lo, que ele será bonzinho desta vez. E nesta parte eu percebi: Hal mostra as emoções e nós conseguimos captá-las, mas ele não demonstra nenhum arrependimento em sua voz. Desse modo vimos o maior golpe baixo: a mentira. Isso mostra o seguinte: foi um grande erro transformar Hal num computador com sentimentos. Os homens têm que perceber que são seres humanos e que máquinas são máquinas.


Dave desconecta Hal e segue rumo a Júpiter e é ai que o filme fica muito confuso. Primeiro vemos o famoso “dominó” flutuando sobre o espaço perto de Júpiter. Assim Dave chega a Júpiter e não sabemos o que acontece exatamente depois. Pode ser a velocidade da luz, abdução, viagem no tempo, não sabemos, mas Kubrick faz vários jogos de imagens, o que achei fantástico.

Dave aparece de repente numa casa. Do nada? Sim, mas isso não é o mais esquisito. Dave se vê envelhecer, morrer e reviver, virando um bebê dentro de um óvulo. Quando ele se torna um feto, Dave aparece perto da Terra. O que isso significa? Não sei dizer, mas você pode entender de vários modos: a vida esteve sempre presente na Terra, nosso planeta é um grande óvulo (de acordo com a mitologia grega) e nascemos deste grande óvulo e, podemos ver algo que buscamos e que sempre esteve na nossa frente: NÓS somos o sentido da vida. Pode fazer sentido nenhum para vocês, mas para mim faz.

Adorei 2001 uma Odisséia no espaço, mas eu encontrei alguns defeitos e opiniões minhas que não gostei. O erro: quando um dos homens é morto por Hal no espaço, o homem começa a cair. “Por que ele começa a cair?” eu pensei. Afinal o espaço não tem gravidade, então por quê ele esta indo para baixo? Ele deveria flutuar, mas não sei, pode ser até um erro meu. Não gostei: muita lentidão. Da primeira vez, tudo bem é legal, mas quando o filme inteiro começa a ficar bem lento começa a ficar cansativo.

2001: uma Odisséia no espaço pode ser um grande filme de Stanley Kubrick, mas diante das obras deste grande diretor, ainda prefiro o seu filme mais famoso ( acho que é, pelo menos, porque várias pessoas da minha sala conhecem apenas este filme do Kubrick) e este filme é nada mais nada menos que: Laranja Mecânica.

5 comentários:

Elaine disse...

Adorei teu Blog!
Muito legal mesmo!
Tenho um Fotolog de filmes!:)

2001 uma odisséia no espaço é realmente um clássico! Perfeito!
Virei sempre aqui!
O que você tem haver com a locadora!

Parabéns !

Beijos
Elaine
Elaine

paulo.testa disse...

Pô felipe eu tava a fim de ver esse filme agora num to mais vc contou o filme inteiro. Poxa parecia ser um post legal mas agora o filme num tem mais graça

FELIPE G2 disse...

Elaine: Obrigado por todo o carinho. Continue e visitar.

Paulo: Não da para fazer um crítica do filme (pelo menos eu não consigo) sem descrever o filme inteiro. Se não fosse falar do filme inteiro, eu falaria que 2001 é muito lento, não tem noção e é muito bom. Você me acharia louco (ainda mais), mas esta é a realidade. O filme se baseia na sua interpretação. O filme faz você pensar, não é um filme exato. Apenas assistindo para ver.

Luciano Carneiro disse...

Legal suas interpretações do filme. Gostei mesmo, e nunca tinha pensado em várias coisas, mas concordo com o Paulo. Você contou o filme todo. Tente, da próxima vez, fazer apenas uma sinopse simples, e dizer o que achou. Nada de contar o filme, porque aí perde a graça, e o pessoal perde a vontade de ler.

Felipe Guimarães disse...

Luciano, essa foi provavelmente a pior crítica que já fiz...