16 de janeiro de 2009

Livro 2- Capítulo 2

Capítulo 2- A casa

-Meus Deus!- disseram todos, menos Packet.

-Que foi?

- Esta casa é perfeita!- disse Carmen- é enorme!

A casa era exatamente como Packet falou: A casa tinha tem três andares e era toda feita de madeira.

Quando começamos a subir uma ladeira de pedras para chegar á casa, percebemos as outras coisas que Packet falou da casa: piscinas de vários tamanhos, campo de futebol de salão e de campo, campo de volêi,  umas sete camas elásticas e seus quatro cachorros, as estufas, que estavam lotadas de frutas de vários tipos e uma casinha média que provavelmente deveria ser a sauna.

O carro finalmente parou na entrada da casa que era maior do que parecia. Era uma porta feita de vidro que abria automaticamente para a sala de estar. A sala de estar era toda branca com cadeiras e mesas de madeira. Nela tinha uma bela mesa gigante toda feita de mármore.

-Por aqui gente- disse Packet, notando que todos estavam prestes a babar pela sua casa.

Entramos na sala de televisão. Claro que era muito mais do que uma simples sala de televisão. Era praticamente uma sala de cinema. Tinha uma tela enorme, um projetor, poltronas e até mesmo máquinas de refrigerante e pipoca. Tinha também pufes de vários tipos e cores se não houvesse mais lugar na sala para sentar. Os pufes quase não eram usados.

-Posso dormir aqui?- disse Stall largando sua mala e quase beijando o chão da sala. Era o seu paraíso.

-Não- disse Packet- os quartos são no segundo andar. Até lá nós fazemos um tour pela casa.

Entramos na sala de leitura, o que foi uma péssima idéia. Era maior que a sala de estar e tinha várias prateleiras de livros e mais livros, todos em ordem alfabética.

-Gente- disse Carmen pausadamente- continuem o tour que ficarei aqui.

-Nada disso- disse Juliet pegando a mão de Carmen- todos têm que estar junto! Vem logo!

Entramos na sala de troféus. Não ficamos surpresos com nada lá, mas a sala era cheia de troféus de Packet e de seus pais. Tinha até livros com todas as fotos dos torneios que eles ganharam.

-Vamos subir então para os quartos?- perguntou Packet.

Subimos a escada em espiral e vimos um corredor o qual era possível duas pessoas ficaram lado a lado.

-Este é o quarto dos meninos- disse Packet- podem entrar.

Entramos e as meninas também para matar a curiosidade. Parecia um suíte do hotel mais caro que existia. O quarto era enorme cabendo dez pessoas lá sobrava até espaço. O quarto era todo pintado de azul com várias luminárias pelas paredes e no teto. Tinha um canto com uma luz mais forte e uma poltrona que deveria ser o lugar para ler. Haviam 4 armários gigantes, podendo ser dividido por quatro pessoas. As camas eram confortáveis e grandes. Tinha uma televisão no quarto também e uma pequena geladeira, caso quiséssemos alguma bebida.

-Querida- disse para Packet- por que você não nos falou desse lugar antes?

-Não sei- ela respondeu- vocês queriam tanto ir para Riviera de Rush que acabei nem falando. Meninas o nosso quarto é o quarto da frente.

Ninguém tinha notado que os quartos ficavam um de frente para o outro. Stall, High e eu deixamos nossas malas e fomos para o quarto das meninas. Era pintado de amarelo e tinha os mesmos objetos que nosso quarto, mas tinha uma coisa a mais que nós meninos não importaríamos de ter. Era uma escrivaninha com um espelho enorme e várias maquiagens. Juliet teve um surto.

-Meu Deus!- ela gritava e gritava- Meus Deus! Meu Deus! Meu...Deus!

-Para de falar isso Ju- disse Stall- você nem acredita em Deus!

-Agora acredito- disse Juliet- Meu Deus! Meu Deus!

-Então- disse um homem surgindo da porta. Ele usava um smoking preto. Provavelmente era o mordomo da casa- vocês gostariam de comer alguma coisa?

-Sim- disse Packet- estamos famintos. Rash prepare um belo almoço para nós lá fora. Quero mostrar para eles “a vista”.

-Sim senhorita- disse Rash- vocês gostariam de alguma coisa agora?

Ninguém ouviu. Todos estavam adorando a casa de Packet. Rash então saiu do quarto e mandou os funcionários fazer o almoço.  

- “A vista”?- perguntei para Packet.

-É uma surpresa.

Todos nos divertimos. Fomos na piscina, na sauna, jogamos vôlei, e muito mais. Até chegar o carrinho. Rash estava dentro dele.

-Vamos para o almoço?- perguntou Rash.

-Sim- disse Packet- todos entrem no carro.

Subimos um morro e descobrimos o que era “a vista”. Atrás do morro ficava um lindo lago. O lago era limpo e tinha uma casa perto dele. Era uma casinha pequena e modesta, mas perto estavam vários barcos que pertenciam à Packet. Ao redor do lago tinham várias árvores e pinheiros.

-Vamos comer aqui- disse Packet.

E foi quando percebemos. Saímos do carro e entramos numa casa sem parede, apenas com colunas para segurarem o teto em formato de triângulo e cortinas de uma coluna para outra. Embaixo do telhado tinha uma mesa branca com cadeiras da mesma cor. A mesa estava com um banquete grandioso e saboroso.

Nosso fim de semana foi praticamente assim, até chegar aquela noite. Cada um estava num canto da casa. Estava chovendo muito e nada melhor poderia acontecer do que ficarmos na escuridão numa casa enorme.

Capítulo 3- O dia que acabou a luz

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