31 de maio de 2009

NO, I WANT MY SUSAN BOYLE !


        Algumas pessoas podem se lembrar, mas lembra da Susan Boyle? Lembra que todo mundo ficou falando dela e no programa que ela estava, o Britain's Got Talent? Então, vocês sabiam que a final do programa já foi? Não!? Então saiba o resultado. A disputa estava entre Susan e um grupo de dança, que se não me engano se chama Diversity, e quem ganhou foi... quanto suspense... quem será? E o vencedor foi... Diversity.
        Não! Não! Mil vezes não! A "minha" Susan deveria ter ganhado. Posso não saber de dança, mas tenho certeza absoluta que Susan deveria ter ganho, ela é muito boa, a voz dela é muito melhor do que muitos cantores que existem. Espero que ela consiga continuar a cantar. Na verdade, soube que o Andrew Loyd Webber, o compositor da peça do "Fantasma da Ópera" e de "Cats, está planejando em colocar Susan em sua nova peça. Espero que ela consiga.
        Falando nisso, outra injustiça aconteceu. Embora este American Idol tenha sido muito fraco, não podemos negar que nele tinha ótimos cantores. A final também foi recente, não muito, mas foi. E quem venceu? Um carinha que canta bem, o Kris Allen, mas não é melhor do que o Adam Lambert. O Adam consegue alcançar notas muito altas, como do Aerosmith e do Kiss, enquanto o outro fica na, vamos dizer assim, na "boa". Talvez, mas este é um pensamento meu, de que nõ querem um "Idol" gay. Não que ele tenha admitido que é, mas tem fotos na internet com ele beijando um outro cara. Pode ser Photoshop ou não, mas vamos ao ponto: todos os "Idols" que eram gays eram eliminados praticamente no início e talvez ele tenha ficado só para dar audiência, afinal, ele chegou até a final. Será que eles não querem o Adam como "Idol", só pelo fato dele talvez ser gay? Bem, este é apenas um pensamento meu.
        Odeio programas que manipulam os resultados, seja pela beleza, pela sexualidade ou qualquer motivo que não de o prêmio para o merecido vencedor, afinal, todo mundo, praticamente, queria que a Susan ganhasse e o Adam canta mil vezes melhor que o tal do Kris. Fazer o que né? Este é o mundo no qual que vivemos, o mundo no qual as pessoas "diferentes" da sociedade padrão não são bem vindas.

30 de maio de 2009

CANTANDO NA CHUVA- Just singin' in the rain!


        Como sou uma pessoa que busca por cultura, pedi para o meu amigo cinéfilo, o Luciano, que ele me emprestasse "Cantando na Chuva". O motivo? Bem, eu já tinha visto a cena antes, mas nunca vi o filme e, claro, lembro da cena que o Roberto Gómez Bolaño (o Chaves) repetiu a mesma cena do filme quando eu era pequeno, porém o verdadeiro motivo foi que esses dias eu estava assistindo novamente "Laranja Mecânica" e o Alex começa a cantar a música durante uma cena de estrupo. Mas, voltando ao foco, eu adorei o filme! Adorei tanto que o filme roubou o o lugar de Mary Poppins e está presente no meu Top 10 de melhores musicais.
        Bem a história em si é puro cinema: a descoberta do cinema falado, transforma e renova toda Hollywood e agora os atores tem que enfrentar o desafio de se adaptarem, entre eles a atriz com mais dificuldade é Lina Lamont, uma atriz cuja voz é tão fina que chega a ser irritante, porém ninguém sabe disso, afinal, a atriz só fazia filmes mudos.
        O filme é colocado na categoria dos filmes chamados "feel good movie", que é aquele filme que faz com que nos sentimos bem no final e durante o filme todo. Ninguém para de sorrir e adora a vida em todos os minutos. Além disso todo o filme é hilário. Uma das cenas em particular que eu não parava de rir é a cena que o produtor do estúdio puxa o cabo do microfone porque era muito perigoso e, o que ele não sabia é que o microfone estava na roupa da atriz, que assim que o cabo é puxado "da" um 360.
        Uma coisa que você percebe nesse filme é que ele não se foca inteiramente para o casal principal. Muitas cenas são roubadas pelo melhor amigo de Don Lockwood, Donald O'Connor, e novamente pela Lina Lamont.
        O filme também é um musical clássico, ou seja, muitas de suas partes não se focam inteiramente na parte musical, tanto que existe uma música do filme que sua parte vocal é extremamente curta, porém sua parte dançante é extremamente longa e sem vocal algum.
        Cheio de carisma, energia, história cinematográfica, cenas hilárias, atuações magníficas e coreografias e músicas belíssimas, como a cena inteira de "Singin' in the Rain", fazem desse filme um dos melhores musicais já feitos. Está esperando o que? Vá para a locadora! Baixe na internet! Mas assista esse filme, principalmente num dia de estresse. Depois de assistir o filme você vai querer dançar e cantar e ficar de "bem" com a vida.

27 de maio de 2009

DRÁCULA (1992)- Como matar um bom roteiro


        Hoje minha sala teria prova de português. Então ontem eu li o livro (na verdade o resumo) e o que eu descubro? A prova seria cancelada para vermos um filme e a prova será amanhã. Você ficaria muito feliz pela prova ser adiada, mas o problema é que isso aconteceu direto na minha sala essa semana com todas as matérias. Opa, vamos voltar ao foco? O filme "Drácula de Bram Stoker". O que eu posso falar sobre ele? Bem, mataram um belo roteiro com o filme.
        O bom roteiro, ou melhor, a boa história: A história começa com o Conde Drácula e sua princesa. Quando ele vai para a guerra, sua esposa recebe uma carta falando que o conde morreu, desse modo ela se suicida. Quando ele volta para casa, ele "joga" uma praga, falando que ele ficaria vivo e vingaria a morte de sua amada pela eternidade. Quatro séculos se passam e vamos a verdadeira história. Um advogado, Jonathan Harker (Keanu Reeves) fica aprisionado no castelo do Conde Drácula (Gary Oldman) quando visita o próprio. Enquanto isso, o Conde vai para Londres e vê Mina (Winona Ryder), futura esposa de Harker, e tentará ficar com ela, pelo fato dela lembrar sua princesa. Sim gente, "Drácula" é um romance.
        Tinha tudo para dar certo não? Mas isso não acontece. Vamos começar pelas atuações: de todas que vemos no filme, as que se salvam é da Winona, do Gary (tenho que concordar que a maquinem ficou muito boa, quase não da para reconhecê-lo nas horas de sua "velhice) e do Anthony Hopkins (papel de Van Helsing). As outras atuações são lamentáveis, principalmente a de Keanu. O que foi aquela atuação? Terrível demais.      
        Outra coisa que não funciona: as "jogadas" de imagem. O diretor coloca umas jogadas de imagens e faz com que algumas imagens fiquem numa velocidade rápida, que faz o filme ficar confuso e a história fica completamente abrupta e sem sentido algum e, isso fica comprovado na cena que o Conde Drácula faz todos ficarem "excitados", digamos assim.
        Outra coisa que não funciona: os efeitos especiais. São muito toscos, mesmo para um filme de 92. Tenho que lembrar sempre de "O Exorcista" (falando nisso, ainda não achei meu DVD do filme) que tem efeitos superiores do que muitos outros filmes? Pois bem, "Drácula" entrou nessa lista também, além, claro, da pior coisa de todos os efeitos: o Drácula quando vampiro. Ele é peludo! Quando vemos um vampiro peludo? Parecia mais um lobisomem.
        Uma das coisas que tentam fazer com que o filme fique com aquele clima de "suspense" são os efeitos sonoros. O diretor tenta colocar músicas altas e efeitos sonoros exuberantes, mas isso não esconde as falhas do filme.
        Isso mostra exatamente como filmes podem ser estragados com efeitos especiais e uma destruição de roteiro. "Drácula de Bram Stoker" é ruim, e isso é um fato. No final da "sessão" escolar, vários amigos meus odiaram o filme (graças à Deus, se não eu seria esculachado"), apenas uma amiga minha gostou. Sorte dela que ela não foi esculachada.
        Espero ver o "Drácula" original, o de 31 e espero que este seja bem melhor do que essa adaptação. Bram Stoker deve gritar em sua tumba toda vez que alguém assisti o filme.

26 de maio de 2009

MOMENTOS BIZARROS


        Oi! Eu voltei de viagem, depois eu coloco um post (assim que os meus amigos me passarem as fotos, já que eu levei uma câmera normal. Lembra aquela que você tem que levar para revelar? Então, é essa mesma).
        Então, eu voltei para casa muito feliz e decide entrar na internet. Assim que eu vi algumas notícias eu pensei num novo "bloco" no blog, que são as notícias e momentos bizarros que acontecem nesse nosso mundinho. E para começar este novo bloco, uma das coisas mais bizarras: vida extraterrestre. Algumas pessoas já devem saber, outras não, mas vamos a notícia:
        Sábado, dia 23, um disco voador sobrevoo a cidade do Rio de Janeiro. Alguns cariocas sabiam da notícia e foram para as praias para vê-lo. E quem não sabia? Será que algumas pessoas ficaram assustadas? Pelo que disse a rádio Jovem Pan (se não me engano), alguns cariocas ficaram assustados. Só que eles não pararam pra pensar né? Se um disco voador estivesse sobrevoando a cidade de RJ, você acha que não sairia isso na televisão, nem mesmo um aviso, polícia, exército, marinha, ou até mesmo uma sirene? Momento bizarro.
        Outra notícia: a menina Maísa, de apenas sete aninhos, foi torturada pelo não tão engraçado, porém muito rico, Sílvio Santos. O que ele fez? Levou um menino fantasiado de monstro no estúdio. A reação da menina? Medo. A pequena garotinha, mais irritante do que o apresentador, começou a berrar e chorar de medo e isso aconteceu novamente no domingo. O problema não é o medo dela, mas sim o que o Sílvinho fez, afinal, ele não tem mais nada para fazer da vida?Momento bizarro.
        Último momento bizarro: para as pessoas que assistiram o programa CQC (Custe Que Custar), viram que um livrinho muito "educativo", foi distribuído pelo governo. O que tem nesse livrinho distribuído para crianças da 3a série? Nada de mais, apenas alguns palavrões e gestos obscenos para crianças pequenas lerem, como "chupava ela todinnha", ou "chupa rola" e um menino com a mão "naquele lugar", entre outros. O governo já errou em livros de Geografia e agora estão errando até em livros infantis? Cuidado em Serra! Momento bizarro.

17 de maio de 2009

ANJOS E DEMÔNIOS- A volta de Robert


        Bem, para começo de conversa já vou dizendo: gostei de "Anjos e Demônios", porém (eita menino chato!) prefiro meu "Código", mas vou explicar.
        Bem, vamos começar pela história: um grupo antigo chamado de Illuminati, "volta" e sequestra e mata os "preferidos" para o cargo de Papa, já que o antigo morreu. Nisso, Robert, acompanhado de uma nova "Robert Girl", Vittoria, irá descobrir as igrejas e capelas nas quais acontecerão os assassinatos e achar uma antimatéria, capaz de causar uma grande explosão que chegará até o Vaticano e parte de Roma.
        O filme pra mim é dividido em duas partes: a primeira parte é o começo até a cena do primeiro assassinato e, a segunda parte é do primeiro assassinato até o final. A primeira parte é meio parada e só fica "jogando" informações para você sem parar. A segunda parte é a parte que todo mundo comenta, que é a parte agitada do filme que quando realmente existe uma ação, e não apenas pensamentos.
        De atuações boas só vemos mesmo a de Ewan McGregor. A atuação de Ayelet Zurer (Vittoria) é mediana, mas a atuação de que eu não gosto em quase todos os filme que aparece, é a de Tom Hanks. Sou apenas eu que noto que o cara tem pocuas faces? "Cara de suspense", "cara de surpresa", "cara de assustado", "cara de pensamento", todas iguais, nunca muda, lembra muito o Nicolas Cage.
        Bem, o que mais posso falar do filme? Bem, minha irmã me disse que no livro a única opção de Robert e Vittoria de achar a "partícula de Deus", a antimatéria, é devolve-lá em seu lugar original, para que não exploda. Porém, uma opção que o filme acrescenta é de evacuação, ou seja, você sabe que de qualquer jeito as pessoas vão se slavar e perde um suspense que poderia ser aproveitado.
        Agora uma coisa que eu gostei bastante é (não leia, pois isso é um spoiler) foi a morte do Ewan McGregor, morrendo por causa do fogo. Na verdade eu gostei de todas as mortes, porque todas são simples, porém bem planejadas. A cena da morte do fogo, na água, da praça, tudo muito bom.
        Outra coisa que gostei do filme? A cena da explosão. "Nossa, é apenas uma explosão!" você pensa, mas não é. É uma explosão azul, misturada com o vermelho do helicóptero e claro, a possibilidade da morte de um dos personagens (não é essa a cena do parágrafo anteiror). Parece até que vai surgir uma outra dimensão.
        Mas prefiro o "Código Da Vinci". O "Código" tem um "algo a mais" que "Anjos" não possui. Aquela trama com a Igreja Católica, segredos desvendados e aquele suspense foram perdidos nessa nova adaptação. Temos sim uma corrupção, mas não tão forte como era do "Código". Mas entre os vilões de "Código" e "Anjos", eu prefiro o de "Anjos", pelo fato de ser apenas um, que fica óbvio depois de uma certa cena, que é a cena do último atentado. E claro, tem o Ian McKellen, que é um ótimo ator.
         Bem, gostei de "Anjos e Demônios" e recomendo, mas entre as duas obras de Dan Brown eu prefiro meu "Código".

A.I- INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL- A releitura de Pinóquio


Olha esse é o melhor filme do Steven Spielberg, na minha modesta opinião. “Mas você não falou que seu filme favorito dele é o ridículo Hook?” Luciano dirá para minha pessoa depois do que eu escrevi. Sim, Hook é o meu filme favorito do Steven, mas A.I é o seu melhor filme. Não entendeu? É o melhor filme, mas não meu preferido.

O filme é uma releitura de Pinóquio. Você não sabe a história de Pinóquio? Resumo bem resumido: menino de madeira quer se tornar um menino de verdade. Em A.I é diferente, porém percebemos as semelhanças entre o filme e Pinóquio. Os cientistas (papel de Gepetto, pai de Pinóquio) produzem um novo tipo de robô, que tem a capacidade de amar. Então, Henry decide “adotar” o robô David (Pinóquio) para sua mulher, já que o casal “perdeu” seu filho que está em coma. O motivo da doença do menino? Não diz. Vale lembrar que cada robô é único, pelo fato de ser programado pra amar apenas uma pessoa, que no caso de David é sua mãe. Depois de David causar alguns problemas com a família, sua mãe o deixa na floresta para não ser levado para a fábrica e ser destruído. Nisso David conhece um robô, O gigolo Joe (interpretado por Jude Law) e passa por diversas aventuras, acompanhado também de seu urso de brinquedo/robô Teddy (papel do Grilo) para encontrar a Fada Azul.

De todas as falas do filme, uma é a mais importante de todas, que é a fala que Mônica fala para David antes de deixá-lo na floresta: "Me desculpe por nunca ter te contado sobre o mundo", embora possa não ser com essas mesmas palavras. Me diga se isso não acontece com algumas crianças: mamãe conta histórias de príncipes e princesas e contos de fada e, de repente a criança conhece o mundo com um tapa na cara, mostrando que tudo aquilo não era real. Me diga: que criança não fica deprimida no momento que descobre que Papai Noel não existe, nem coelho da Páscoa e todo se mundo imaginário foi uma farsa?

As atuações de A.I são ótimas. A atuação de Haley Joel Osment ("Sexto Sentido", "A Corrente do Bem") é a melhor de sua pequena carreira no cinema. A atuação de Jude Law ("O Amor não tira Férias", "Cold Mountain") também é a melhor de sua carreira, mas isso porque não vi todos os filmes dele. Só não gosto da atuação de Mônica (Frances O'Connor). Ela começa a rir em momentos que tem que chorar, começa a chorar em momentos que não tem sentido. Não gostei.

Só não gostei de uma coisa e lá vem de novo minhas reflexões: David fica buscando a Fada Azul para poder encontrar sua mãe e os dois viverem se amando. Mas e Teddy? O urso de brinquedo acompanha David por toda a sua viagem e David não mostra nenhum carinho pelo pequeno urso, ou seja, ele é egocêntrico.

A.I possui ótimos efeitos especias, ótimas atuações e um ótimo roteiro (que teve participação de Kubrick, que iria dirigir ou produzir o filme se não tivesse falecido dois anos antes do filme ser feito) e é uma ótima releitura de Pinóquio. Mas cuidado com está dica, porque eu sou um fã da história de Pinóquio e posso estar exagerando. Ou será que não estou?

Angra dos Reis, eu vou!



        Bem gente, eu ficarei sem escrever no blog por 4 dias apenas, não se preocupem. Motivo? Eu vou para Angra dos Reis/ Paraty com a minha escola. Fazer o quê? Ir em usinas hidrelétricas e nucleares, fazer compras, mergulhar, e tudo de bom. Tentarei aproveitar bastante essa viagem, já que meus amigos falaram que não vão na viagem de formatura e essa será nossa última viagem juntos. Bem, por este motivo eu vou lotar vocês de filmes! Comecei com Procurando Nemo e Stuart, ainda vem A.I, que pretendo escrever hoje se não dormir no filme, Bolt, Anjos e Dêmonios, que assistirei amanhã e, segunda-feira, se eu achar o maldito DVD, eu posto Guerra dos Mundos.
        Para os leitores do livro um aviso: esse livro vai demorar um pocuo para ser escrito, afinal será o último e tenho que pensar bastante nele, mas não ira demorar muito. No máximo um mês ou dois para ter ele completo.
ATUALIZADO: DESCULPE GENTE, NÃO DEU TEMPO DE ASSISTIR AOS OUTROS FILMES.

16 de maio de 2009

O PEQUENO STUART LITTLE- O grande Stuart Little



        Bem, aproveitei que esse filme estava passando na televisão e o assisti novamente. Por quê? Bem, eu gosto desse filme e aposto que o meu amiginho Luciano vai jogar pedras em mim depois de dizer isso e vocês vão fugir para bem longe.

       Vamos começar com a história? Bem, um rato que mora num orfanato, Stuart Little (voz de Michael J. Fox, o McFly do "De Volta para o Futuro") é adotado pelo Sr. Little (Hugh Laire, o House do seriado "House") e a Sra. Little (Geena Davis, de "Thelma & Louise" e "Os fantasmas se divertem"), que tem outro filho, que não é adotado, George Little (ator desconhecido e conhecido apenas por este filme).

        Bem, por que eu gosto desse filme? Bem, ele é baseado numa história bem famosa norte-americana, que se não me engano, é como se fosse um conto atual. Outro fato de gostar do filme? A presença da Geena Davis, uma atriz que eu adoro, e, o mais importante, a presença de Hugh Laire.

        Por que a presença de Hugh Laire é a mais importante de todas? Bem, para começo de conversa você tem que assistir um episódio do seriado House. Assistiu? Então posso falar. O Hugh ficou muito famoso pelo seriado “House” por ser cretino, idiota, sarcástico e o pior de tudo: ele está sempre certo. Já nesse filme ele é todo certinho e pai de família, ou seja, nada mais cômico.

        Uma coisa que eu vi hoje no filme e não gostei pelo fato de ter parado e pensado ("Nossa o Felipe pensou!”. Muito engraçado Luciano e Paulo). O Stuart ama sua nova família e vice-versa, a família tem tudo do bom e do melhor e ainda é bem financeiramente, mas assim que aparecem seus pais "verdadeiros" e levam Stuart pra sua nova casa ele fica triste. "Mas ele está triste porque ele ama os Little", você pensa. Eu também pensava nisso, mas olha só: O Stuart estava com tudo que era do bom e do melhor e, de repente ele está triste quando vai para uma casa mais humilde e terá que comer os restos de comida de outras pessoas, mas ainda sim está com sua nova família. Espero que ele esteja triste por ficar triste dos Little e não por ter ficado com sua verdadeira e pobre família.

        Bem, tirando essa parte de eu ter parado e pensado, o filme tem boas atuações e também é original, não pelo fato de ter um animal que fala, algo que não é nenhuma novidade, mas os próprios comentários do filme: um rato com um gato de estimação? Presentes como uma bola de boliche para um rato? Um rato que é quase comido pelo gato da família por ser um instinto da natureza? Eu gosto de Stuart Little, mas um aviso: esse filme é um filme de família e infantil, ou seja, não destrua o filme pelo fato dele ser assim.

15 de maio de 2009

PROCURANDO NEMO- O filme mais engraçado da Pixar


        Embora eu ache que o melhor filme da Pixar seja WALL-E, porque este é o mais sério, não utiliza muitos sons, é original (como qualquer filme Pixar) e ainda ser infantil, eu adoro do fundo de minhas veias a maior comédia da Pixar: Procurando Nemo. Bem, a Pixar nunca errou numa animação (e espero que não aconteça), então Procurando Nemo seria mais uma obra-prima.
        Resumo rápido da história: Peixe-palhaço, que não sabe contar piada, perde seu filho, Nemo, que foi sequestrado por mergulhadores. Nisso, o pai de Nemo, Marlin, vai resgatar seu filho com a ajuda de "uma" peixe que tem perda de memória recente, Dory, assim os dois acabam nas maiores encrencas, desde irem numa reunião de tubarões até entrarem numa baleia.
        Bem, a primeira vez que eu fui assistir ao filme eu estava no cinema e não tinha a menor vontade de ver o filme. Minha surpresa é claro que eu adorei o filme, ri bastante e claro, depois enchi a paciência dos meus pais para comprar o filme em DVD (quando eu ainda não tinha descoberto a internet e seus filmes presentes nela, além de cópias de DVDs da locadora).
        De todos os personagens que vemos no filme, não é o pai de Nemo nem o próprio peixinho que se destacam. A verdadeira estrela de "Procurando Nemo" é a nossa peixe azul com perda de memória recente: Dory. A cena de falar baleies (é assim que escreve? Isso existe?), a reunião dos tubarões, a cena da explosão das bombas e uma bolinha de ar subir e a ave falar "Nojenta" são as melhores, mas algo que ninguém consegue esquecer é exatamente a única coisa que a Dory consegue se lembrar: P. Sherman 42 Wallabay Way, Sidney. Até hoje, sem assistir ao filme a um bom tempo, eu lembro deste endereço.
        E claro, como qualquer animação Pixar os efeitos são formidáveis (principalmente se você assisti um filme numa televisão de alta definição na casa da sua tia). O azul do mar e o vazio nele são impressionantes, assim como a cena das águas-vivas e da correnteza.
        Quando fui assistir o filme na casa da minha tia, meus primos de Santos estavam presentes. Na cena que aparece o tubarão Bruce, um dos personagens mais engraçados, minha prima colocou a almofada na cara dela (detalhe, ela tinha 16 anos na época, se não estou enganado). Minha tia falou pra ela tirar a almofada. Qual a resposta dela? "Depois não vou conseguir surfar". Comecei a rir, embora também tenha medo de tubarões.
        Além das pérolas (não do mar) da Dory, o filme também tem um roteiro completamente original. Afinal, em que filme vemos um peixe falando que acha que nunca comeu um peixe, uma tartaruga hippie, um tubarão vegetariano ("Espanta Tubarões" copiou, cof, cof) e uma menina assassina de peixes? Não perca "Procurando Nemo", porque você vai rir muito.