2 de julho de 2009

ME DA UM APERTO QUANDO VEJO ESSAS CARAS...


Como muitos de vocês sabem, estou à procura de um bulldog francês. Por tanto, eu ouço várias dicas de minha tia (que tem o cachorro das fotos dessa e dessa postagem) e também visito o blog da Camilli Chamone que fala de doenças que acontecem na raça, comidas além de ração, entre outros. Como estou querendo o cachorro eu tenho que procurar, certo? Então eu começo a ver alguns anúncios. Mesmo com minha mãe dizendo "não!" (raiva disso), eu fico olhando. Me da um aperto toda vez que eu vejo os cachorros (ainda mais quando eles fazem aquela cara de "me compra") nos anúncios do Mercado Livre e outros sites. Da uma conferida:



Que vontade de pegar um e levar para casa, né mãe?

5 comentários:

Leh disse...

ãã naum .. zuera .. com essas carinahs da vontade sim .. mas haja vontade pra cuidar neh amiguinho .. tem essa parte ;D

FELIPE G2 disse...

Vontade de cuidar é o que não falta...

Luciano Carneiro disse...

Não concorda comigo que é meio triste eles assim sendo feitos de mercadorias? Anúncio no Mercado Livre? Que triste isso... Bem, eu já te disse, rs, e não vou me cansar de dizer: adote um vira-latinha abandonado!

Camilli Chamone disse...

Felipe,
sendo um leitor ÁVIDO do meu blog, como pode querer um filhote do MERCADO LIVRE???

Concordo com o Luciano Carneiro: adote um cãozinho!

:)

Felipe Guimarães disse...

Ah Camilli,

Eu não quero adotar um cão qualquer. Assim como vc, sou viciado nos bulldogues franceses. Claro que se eu fosse comprar no Mercado Livre (o que estou juntando muito dinheiro para não acontecer), seria claro fazendo perguntas que já li no seu blog (minha maior fonte de bulldogs!) e pedir para o dono os testes. Se os testes estiverem todos ok, existiria algum problema?

Ah! O problema não seria sustentar o cachorro, mas sim sustentar e pagar pelo cachorro (por isso q meus pais falaram: vc paga, nós sustentamos). E meus pais só aceitam bulldog porque são excelentes para o nosso apartamento (claro que as caras que eles fazem também chamam nossas vontades).