3 de julho de 2009

QUERO SER GRANDE (1988)- Pode não ser grande, mas da para curtir


Quantas vezes já não vimos e ouvimos a mesma história? 17 Outra Vez, De Repente 30, Sexta-Feira Muito Louca, Se eu Fosse Você, De Volta Para o Futuro, Sorte no Amor, o pessoal simplesmente gosta de trocar de corpo com outras pessoas ou trocar sorte/azar ou gosta de ficar mais velho (viajando no tempo ou fazendo um pedido) ou voltar para a época do ginásio . Afinal, quem não gostaria? Imagine se você pudesse ver como você será no futuro ou se você pudesse voltar no tempo e tentar consertar alguma cagada que você fez no passado (essa lista para mim é grande). Mas o filme que vou falar é sobre querer ser grande.

A história é a seguinte (faz tempo que não uso essa): Josh (David Moscow) é um menino qualquer de treze anos nos Estados Unidos na década de 80: gosta de brincar. Quando vai num parque de diversão ele vê um velho brinquedo de pedidos e, pede nada mais nada menos, do que querer ser grande. Quando acorda, Josh (Tom Hanks) está mais velho e vê que seu desejo se realizou. Desse modo, ele sai de casa (afinal, sua mãe não acredita que seu filho virou o Tom Hanks) e fica num hotel. Como qualquer adulto ele precisa de um emprego. Mas Josh nem imaginava que poderia arranjar um trabalho na coisa que mais gosta de fazer: brinquedos. Nisso, Josh também começa um relacionamento com uma colega de trabalho Susan e, cabe a ele a decisão: querer ser grande ou voltar para a escola e a família.

Olhe eu gostei do filme. Não é o filme que vou colocar embaixo do meu travesseiro toda santa noite, claro que não, mas é até legal de se ver numa tarde chuvosa ou quando nada melhor na televisão estiver passando. Na verdade, quando eu era pequeno, eu apenas assistia o início do filme. O motivo: porque mais pra frente uam mulher tira o sutiã, e mamãe não queria que filho visse essas coisas quando era pequeno.

Sem contar o filme tem uma das cenas mais marcantes do cinema: a cena do Tom Hanks e Robert Loggia dançando em cima de um piano eletrônico numa loja de brinquedos. Olha, se não é uma cena marcante do cinema, pelo menos se você perguntar o nome do filme e ninguém se lembrar do maldito nome, é só você falar da cena do piano que a pessoa (se ela viveu nessa época) lembra rapidinho, afinal este é um dos filmes mais marcantes dos adolescentes da década de 80. Entre outros filmes estão Curtindo a Vida Adoidado e De Volta Para o Futuro, lembrado muito bem por meu pai.

Eu senti pena de um personagem do filme. A personagem de Elizabeth Perkins: Susan. A personagem começa como uma mulher empresáriaria: fria, sem compaixão e sem diversão. Assim que ela conhece Josh (Hanks) sua vida muda completamente, tornando-se mais amorosa e divertida. Mas infelizmente ela sofre no final do filme. Fiquei com muita pena do personagem, tanto que eu ficava pensando: "Ele não vai fazer isso, né? E ela? E o que eles construíram?". Mas até que ficou legal o final do filme, mas a cena de conclusão em questão ficou uma droga.

As atuaçãoes são boas (sim novamente o Tom Hanks está bom, mas da para notar as caras que faz de sempre, como por exemplo a cara do "Não acredito". Essa nunca escapa) e o enredo é normal e a personagem de Suan, para mim roubou o filme, Quero Ser Grande pode não ser um grande filme, mas você consegue curtir.

2 comentários:

Luciano Carneiro disse...

Viu só? Você não pode falar que odeia um ator se não viu os seus melhores filmes. Não da pra falar que o Tom é um péssimo ator se apoiando em Código da Vince e Anjos e Demônios. Pra mim o Tom é sim um ótimo ator e Big é um ótimo filme. Adoro!

FELIPE G2 disse...

Nem hem, u já vi vários filmes dele. O naufrago é péssimo e ele tá horrível. Não sei porque o povo gosta do filme, acho que é por causa do Wilson, outro que ele está ruim, mas que o filme é bom é O Terminal...