29 de novembro de 2009

COISAS QUE O BLOG NÃO TINHA COMENTADO ANTES E AGORA RESOLVEU FALAR!

Cala a mouth ou eu te kill!



Sei que vou tirar muitas coisas da cartola, baú, do poço da Samara, mas ainda preciso falar sobre acontecimentos que eu não tinha comentado antes. Por exemplo o caso da Lei Antifumo em São Paulo. Um monte de gente agradeceu aos Céus por essa dádiva, e eu tinha que participar deste grupo, já que tive dois pais fumantes e não é uma coisa agradável de se conviver com. Mas pessoal, estamos fazendo uma coisa que não se deve: proibir a pessoa de consumir sua droga se a mesma já é legalizada. Se for assim, deveria existir algum local onde as pessoas só pudessem fumar. E se for assim, as pessoas que gostam de um happy-hour e tomar sua cervejinha também deveriam receber algum tipo de tratamento. Afinal, um fumante quando sai do bar não tem as mesmas chances de matar alguém dirigindo do que uma pessoa bêbada (só se o fumante for um serial killer ou uma pessoa com problemas mentais).


Mas outro acontecimento foi o caso da menina Maisa (que parece muito com o Wario!). Sabe aquela menina chata e preconceituosa ("Hum, você quer a rosa Miguel? Sei hem!") que vivia com o também chato e preconceituoso Silvio Santos? Pois é, essa menina ganhou oito mil reais da Prefeitura de São José dos Campos para que comparecesse a uma homenagem do Dia do Servidor. Sabe o que tinham que ter feito com o dinheiro dado à esta linda (eca!) menina? Terem usado como fogueira e queimado ela de uma vez! Essa menina não vale nada! Menina do olho junto! E o pior nisso tudo caro leitor é que esse dinheiro é seu e meu! E acreditem ou não: eu sou muito pão-duro!


E é claro pessoal, eu não podia de esquecer de nossa querida Vanusa. A Vanusa! Mulher a qual nunca tinha ouvido falar antes de ter cantado nosso Hino Nacional errado e todo mundo ter criticado ela. Na verdade eu critico quem criticou ela. Pessoal, o nosso hino pode ter uma letra poética, mas é enorme, chato e tem que decorar. Seria ótimo se o nosso hino fosse igual ao do Canadá: "Ó Canadá! Ó Canadá!". Ponto. Acabou o hino! Fácil e prático.


E para acabar com chave de ouro eu não poderia me esquecer do fato que o Rio de Janeiro se tornou sede das Olimpíadas de 2016! Eba! Iupi! Yes we Créu! Somos os melhores... E agora? Como vamos mostrar que o Rio é um lugar bom para se viver, onde a taxa de mortalidade é apenas para as pessoas que tem 188 anos? E como vamos mostrar que todo mundo faz suas necessidades em privadas de porcelanas m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-a-s? E como vamos mostrar que a Daiane dos Santos ganha a mesma coisa que um jogador de futebol? Verdade! Me esqueci que tudo isso é apenas um sonho. Como diria o John: "Você diz que sou um sonhador, mas não sou o único". No caso do Brasil, nós precisamos sonhar muito e tirar um cochilo todas as tardes como eu faço. Mas será que conseguiremos até lá? Afinal: "Nós somos os caras!".

SEGUNDA MÚSICA DA SEMANA- 29/11

Para finalizar com chave de ouro a homenagem à minha amiga (bua!), nada melhor do que uma música cheia de esperança, e ainda, de continuar a vida mesmo com todos os problemas que temos pela frente. Talvez alguns de vocês conheçam essa música pela versão original da Avril Lavigne, mas escolhi a versão de Glee, que é mais... em coro.

Keep Holding On- Glee


28 de novembro de 2009

2 DIAS COM MÚSICA DA SEMANA- Momento especial: Rafa!

Não pessoal, não é porque estou de férias que (aleluia! aleluia!) essas coisas vão começar acontecer, embora talvez possam acontecer. É que minha amiga, que chamamos carinhosamente de Rafinha, vai sair da minha escola (bua!). E em homenagem à Rafinha (já que no momento de despedida fui o único que não chorou), decidi mostrar como eu me senti (oh!) naquela hora através da música e aqui estou (acho que muitas pessoas sentiram a mesma coisa). Pra você em Rafa! Amanhã tem mais!

Always Be My Baby- David Cook



27 de novembro de 2009

2012- A nova barca de Noé literalmente afunda

Amanda: Qual o sentido desse título?
Eu: Ah Amanda Peet, só vendo para entender. Mas você tá muito boa!

uma pergunta: quem não viu a cena do Cristo caindo? Você, caro leitor? Então eu te explico para você não ficar de fora dos papos de cinema que as pessoas estão falando (quem se importa?): no trailer do 2012 acontece um terremoto e nós vemos nosso querido Cristo sendo destruído. E foi por causa disso que muitos de nós brasileiros ficamos com um gostinho na boca para assistir o filme, mas o filme nem isso fez direito.


A história é simples: Sabe aquele povinho que sabia que o mundo ia acabar? Os maias? Pois é, eles acertaram! Em vários lugares terremostos, vulcões entrando em erupção e tsunamis invadindo cidades, cidades e países sendo destruídos, entre outros. E de todas essas catastrofes tudo que é de mais importante é... Tambores por favor... Um pouco de suspense... Um pouco de enchesão de saco... É o John Cusack, um pai desempregado, divorciado, que tenta ao mesmo tempo salvar seu realacionamento com seus filhos e que vai acabar salvando (ou tentando) todo mundo (onde será que eu já vi isso?).


Acho que a maioria das pessoas que assistirão 2012 só estçao indo por causa dos efeitos especiais, estou errado? E acreditem em mim (ou não), os efeitos nem são tão inovadores ou bons assim. O Dia Depois de Amanhã e Independence Day que são do mesmo diretor, Roland Emmerich, tem ótimos efeitos especiais, principalmente O Dia Depois de Amanhã, filme que quase todo mundo odeia. Muitos vão me matar depois disso (não pessoal! Não vou na cozinha de cada um de vocês para ver suas coleções de faca afiadas), mas O Dia Depois de Amanhã têm efeitos bem melhores que 2012. O diretor é bom em fazer efeitos com água, como ondas invadindo cidades, mas com fogo ele é horrível! O magma do vulcão era muito tosco! Parecia aquela macinha que brincávamos quando pequenos. Até o de Dragonball Evolution era melhor! E a cena do Cristo: sabe como acontece? Simples assim ó: numa televisão e com um cara falando português de Portugal.

O roteiro todo mundo já sabe que além de ser clichê e com vários, vários defeitos. O dia em que a criancinha chata filha do protagonista ou o próprio morrer eu vou começar a aplaudir! Sim eu sou malvado! Até hoje Hollywood não entendeu que quando as pessoas falam em fim do mundo, é literalmente fim do mundo. Sempre tentam criar uma alternativa, e, neste ponto é que apoio o lixo que é Presságio, pois foi o único que entendeu o recado: não somos importantes! Como mesmo disse em 2012, se nós formos extintos, para o universo, a Terra seria uma poeira cósmica. E nós? A poeira da poeira. Por que isso acabaou soando tanto com Caminho das Índias?

MÚSICA DO PÚBLICO- 27/11

Desculpa pessoal! Mas eu sou voltei em casa exatamente á meia noite. É que meu amigo me pediu para ir no shopping para comprar uma carteira pra ele (sim, isso para alguns, só alguns, deve ter ficado bem gay [Que gente racista! Mas quem não é? {brincadeira tá pessoal}]. O que não fazemos por amigos né?) e logo em seguida eu fui para o teatro ver Avenida Q , de novo, porque sai de cartaz dia 6 de Dezembro, e ainda verei a peça pela terceira vez [iupi!]). E só agora chegando que eu percebi que não tinha postado a música de hoje. Foi disputada essa enquete: primeiro eram apenas dois, mas depois ficaram três na final. E eu fiquei pensando: qual dessas músicas eu já ouvi um bilhão de vezes e ainda gosto? Então ficou decidido: nada mais justo que Paramore. Mas invés de pegar o clip, pensei de outra maneira...



Decode-Paramore



25 de novembro de 2009

(500) DIAS COM ELA- Uma comédia romântica que não pode ser perdida!

Menina! Para de falar "pênis"!

Graças ao bom Deus (Donato!) uma comédia romântica inteligente e boa foi lançada este ano! Não pessoal, não estou falando do lixo que é A Proposta, filme que me fez ter trauma de assistir qualquer comédia romântica este ano. Mas sim deste filme que é como uma torta de limão: sempre doce e nunca enjoativa. Este é 500 dias com ela. Mas antes de começar, vamos fazer o povo rir: Quando entrei no cinema eu entrei na sala errada, que não tinha nenhum filme passando. Estranhei por não ter ninguém na sala e quando sai para reclamar, eu pensei e acertei: eu estava na sala errada.


Mas voltando ao filme. A história de 500 dias com ela é sobre Tom, um fracassado escritor de cartões (para escrever cartões tem que fazer faculdade? No caso de Tom, quase) para pagar o aluguel, mesmo tendo se formado em arquitetura. E no seu emprego ele encontra a linda Summer, uma jovem que avisa ele logo de cara quando começam a sair: não quero nada sério, e o infeliz aceita. Quando sai de coração partido, Tom fica na pior e o filme mostra exatamente os dias que ele passou com ela (Summer. Pegou? Não? Esquece).

Estou sentindo que alguma coisa esquentando (aff)? Sim! Esta delícia que é 500 Dias com ela tem grandes chances de faturar alguns Oscar no ano que vem. O roteiro tem meu apoio (grande coisa) de ser o filme vencedor, e ainda pode concorrer com Bastardos Inglórios do Tarantino (na opinião dos críticos americanos isso seria impossível, já que eles odiaram Bastardos). Até agora os dois filmes possuem os melhores roteiros do ano (além de Up [que saiu em DVD! Aluguem!], que infelizmente não possui grandes chances de concorrer por ser uma animação). Mas além de sua bela história, 500 (nossa, pareceu muito 300) possui uma excelente montagem, graças ao diretor (eu acho que é por causa dele, não?). A história consegue fazer total sentido, mesmo não sendo linear (que mistura a ordem dos acontecimentos) ao contrário de Pulp Fiction que de tão confuso eu acabei dormindo e até agora não terminei de ver!


O casal consegue cativar a todos nós. O Joseph Gordon-Levitt (aquele cara do 10 Coisas que eu Odeio em Você) consegue tirar boas gargalhadas (a cena depois do sexo é um exemplo perfeito! E o filme A Canção do Sul é o que explica o fato de ter o pássaro azul, eu acho). Ele consegue ser engraçado até nos momentos mais tristes, e em certos momentos tristes, vamos dizer assim, ele consegue fazer com que as nossas risadas acabem, afinal não é mais para rir. E o que é a Zooey Deschanel? Sempre achei ela linda (gostosa! Uhu! [como diria minha amiga: zuera, mas é!]) e talentosa. Sempre gostei dela, desde o momento que assisti Fim dos Tempos e quando ela é a úncia coisa que se destaca em Sim, Senhor! Mas este é o trabalho mais diferente dela, e acho que seu melhor, por enquanto (altas espectativas nela!).


Misturando momentos cômicos ( eu poderia fazer uma lista, mas vou deixar vocês conferirem o filme[moleque chato! Deixa com gostinho na boca e depois não fala!) e com momentos de melancolia (essa mistura me dá um orgasmo só que olhe lá) , 500 dias com ela é quase um filme obrigatório para quem gosta de comédias românticas inteligentes e que como diz o próprio filme: este filme é o contrário de todas as comédias românticas que você já viu (começando pelo modo que o filme começa, com uma linda [sarcasmo] dedicatória). Claro que certas coisas já vimos, mas 500 tenta ser espontâneo e diferente e consegue! Adorei o filme e aposto que o veremos no Oscar! Tô falando!

24 de novembro de 2009

E MAIS UMA VEZ OS HOMENS (TODOS?) FICAM COM A CARA "LIMPA". QUE VERGONHA!

Se fosse o contrário, a mulher seria apedrejada pela sociedade


Para começar: eu não concordo com o texto que passei aqui, só estou falando isso já para me defender. Pronto? Posso iniciar o texto? Beleza.
Vocês já notaram que muitos apelidos que os homens têm, quando usados com as mulheres, ficam visto de modo vulgar (e a palavra do dia é!)? Meu primo me mostrou este texto, bem curto, que mostra exatamente como a sociedade vê a mulher. Lógico que eu não concordo que seja como o texto fala (só para entender que eu não concordo, ok?), longe disso, mas quando ouvimos a mulher sendo chamada por uns dos nomes do texto a seguir, como por exemplo "cadela", realmente pensamos em alguma coisa ruim (admite! Eu vi que você concordou! Não? Ok), um fato que deve ter vindo do machismo, não sei. E mais uma coisa: a última reação pode não parecer, mas está comprovada que é verdadeira. Já que foi testada com muitas pessoas, homens e mulheres. Para vocês entenderem, aqui está o texto:


Cão: melhor amigo do homem
Cadela: puta


Vagabundo: homem que não trabalha
Vagabunda: puta

Touro: homem forte
Vaca: puta

Pistoleiro: homem que mata pessoas
Pistoleira: puta

Aventureiro: homem que se arrisca, viajante,desbravador
Aventureira: puta

Garoto de rua: menino pobre, que vive na rua
Garota de rua: puta

Homem da vida: pessoa letrada pela sabedoria adquirida ao longo da vida
Mulher da vida: puta

O galinha: o “bonzão“, que traça todas
A galinha: puta

Tiozinho: irmão mais novo do pai
Tiazinha: puta

Feiticeiro: conhecedor de alquimias
Feiticeira: puta

E para finalizar...

Puto: nervoso, irritado, bravo
Puta: puta

Depois de ler isso:

Homem: vai sorrir
Mulher: vai ficar puta

22 de novembro de 2009

MÚSICA DA SEMANA-22/11

Caramba, prestar a FUVEST é uma coisa deprimente! Tudo fica em silêncio (e você tem que ficar em silêncio para não ser linchado), tem toda aquela pressão psicológica e ainda aquela pessoa que pegou resfriado e não para de limpar o nariz (pera aí, esse fui eu). Então para acalmar as pessoas que prestaram a FUVEST hoje, uma música inspiradora e ainda feliz! Infelizmente este foi o único video que eu achei, então tenham um pouco de paciência para esperar um pouco, ou melhor dizendo, ter que esperar quatro minutos (e coloquem na versão SD, invés da HQ da barra, senão vai demorar ainda mais!)...

Indiquem as músicas!!!


Legally Blonde- So Much Better





FRANKENSTEIN DE MARY SHELLEY (1994)- Um ótima história, com apenas uma boa atriz

Não adianta gritar...

Se você não conhece Frankenstein eu te pergunto: onde você esteve nos últimos duzentos anos? Afinal, esta é uma das histórias de horror mais famosas do mundo, e, a pequena Mary Shelley escreveu a mesma quando tinha apenas dezonove anos, entre 1816 e 1817, numa disputa de escritores que estavam confinados numa casa fechada. E assim, o personagem de Mary recebeu vários filmes, como este de 94. A história é muito boa, mas....


A história é sobre Victor Frankenstein, um jovem que decidi tornar-se médico, assim como seu pai. Após a morte de sua mãe, Victor fica obssecado a trazer as pessoas de volta à vida. Então ele viaja para estudar medicina, e lá, ele cria seu monstro. Pensando que o monstro estava morto, Victor volta para casa para encontrar sua amada, mas o que ele não sabe é que a criatura está viva!


Ficou com água na boca? Eu também fiquei quando li a sinopse do filme. Não que o filme seja ruim, ele é bom para algumas pessoas e péssimo para outras (que irão achar o filme nojento, como minha irmã). A maquiagem que fizeram no Robert de Niro e na Helena Bonham Carter está ótima! Mas existem algumas falhas no roteiro, sem falar no ator que faz o Victor, o Kennethy Branagh (lembra do professor burro do Harry Potter e a Câmara Secreta? É ele mesmo!) está horrível, talvez prejudicando todo o filme. Mas pensando bem, não tem uma boa atuação no filme, além da atuação da Helena, é claro.


Algumas sequências da câmera também não ficaram muito boas. Até minha irmã comentou: "Meu Deus! O cara quer que eu fique tonta?". O cara é o diretor e a câmera não parava de girar, algo que ele fez várias vezes. Mas de todas essas pequenas falhas, existe a melhor coisa (além da maqiagem e da história): a Helena. Muitas pessoas odeiam ela (minha irmã de novo, cof cof), mas eu simplesmente a adoro! E neste filme ela está estupidamete ótima! A cena final! O que era aquilo? Adorei, simplesmente adorei, mas como eu disse antes pessoal, Frankenstein é um filme com as opiniões mais diversas.

20 de novembro de 2009

FILMES RESUMIDOS NUM PARÁGRAFO V

Querida, ouça o que ele tem a dizer sobre nós!

Durante três aulas de História, a qual grande parte das pessoas aproveitam para tirar uma pequena soneca, assistimos Hotel Ruanda, um filme que retrata sobre a vida das pessoas na África em 1994, quando houve uma guerra civil que matou cerca de um milhão de pessoas. Na verdade o filme se foca na história de Paul, um gerente de hotel que abrigou muitas pessoas que estavam sendo perseguidas. O filme é bem parado e cansativo, mas mostra como foi a realidade naquela época. Não gostei do Don Cheadle, mas eu gostei da atriz que fez sua mulher, Sophie Okonedo, que está ótima! Hotel Ruanda é um filme de vários olhares: muita gente gostou, muitas odiaram, então cuidado. Entre filmes sobre massacres na África, fique com Diamente de Sangue, ótimo filme!

Enquanto está todo mundo assistindo o remake lançado esse ano, eu fui até a locadora e aluguei o famoso filme dos anos 80: Fama. O filme também é bem parado e cuidado: o filme não é um verdadeiro musical, cheio de músicas, mas está cheio de danças e coreografias, e, quando há música, o DVD brasileiro simplesmente não tem legenda (trabalho porco! Igual a legenda de Across The Universe). Agora fica a grande dúvida: será que eu deveria conferir o remake?

O Auto da Compadecida é um dos grandes sucessos de nosso cinema e eu nunca tinha assistido inteiro até o ano passado, durante a nossa aula de Português. O filme só chega no seu ápice mesmo quando todos os personagens vão para julgamento. E quando aparece a Fernanda Montenegro (a minha Fernanda! Não toca!)? Simplesmente adrenalina. Mas o filme é carregado de um ótimo elenco! Só a história no interior que é meio chatinha...

A Vida Secreta das Abelhas foi lançado em DVD recentemente. É um filme que fala sobe a vida dos negros mais ou menos na década de 60, se não me engano. A história fala sobre a Dakota Fanning, que foge com a sua empregada para a casa da Queen Latifah e de suas irmãs. O filme tem um grande elenco (como a Sophie Okonedo, que eu eu falei lá em cima em Hotel Ruanda e a ótima Jennifer Hudson), grandes atuações e grande personagens com os quais podemos nos identificar. É uma história comovente, mas que deixa a peteca cair em certos momentos. Aposto que se minha mãe assistir ela chora. Oh mãe!

19 de novembro de 2009

MÚSICA DO PÚBLICO- 19/11

Se você pensou que só por ter a foto do Glee você já sabe qual é a música? Bem, se enganou! E aproveitando este clima no blog de pegar músicas de séries ou de filmes, eu não pensei duas vezes se não escolher Jum in The Line que aparece no Os Fantasmas Se Divertem, grande filme de Sessão da Tarde! Sem falar que a cena em si é soberba (hehe, palavra engraçada)!
OBS: Já coloquem as músicas da semana que vem! Lembre-se que cada pessoa pode indicar três músicas e colocar o link ajuda muito!

Jump In The Line- BeetleJuice Soundtrack


18 de novembro de 2009

QUANDO AS COISAS NÃO DÃO CERTO...

Caro leitor, quando as coisas não dão certo, você: a) fica puto/puta e soca tudo o que vê pela frente; b) começa a chorar; c) Xinga Deus e o Mundo; d) Não xinga Deus e o Mundo porque não acredita em Deus; e) Sou a pessoa mais tranquila desta terra e simplesmente respiro fundo. Sabe qual o meu caro leitor? O A e o C. Por que em pessoal? Por que eu não consigo ver onde eu farei a FUVEST? Por que o meu computador desligou de vez? Por que? Por que? Estou invadindo o computador da minha mãe para poder falar com vocês, ou melhor, aliviar minha cabeça para não fazer coisa pior, e claro, falar para vocês como está este final de ano, catastrófico como sempre. Sério, hoje o dia não poderia estar... pior. Sabe aquele dia de merda que ninguém quer ter? Eu tenho quase em todo o final do mês, e, o pior é quando o dia vem com bonûs. Por que meu computador tinha que quebrar, hem? E eu simplesmente não vou desistir do dinheiro que eu juntei o ano inteiro para consertar num computador. Como um bom leonino, eu tenho meus princípios, ou melhor, uma cabeça dura e irei até o fim para poder comprar meu cachorro...

16 de novembro de 2009

CIDADE DE DEUS- O filme que inventou a favela no cinema, e o único filme diferente desde então

Olha lá pessoal, o piralho vai falar de noiz aê!



É quase impossível que uma pessoa que mora no Brasil nunca ter visto um filme que falasse sobre favela, ainda mais quando o filme Tropa de Elite fez um extremo sucesso (claro, famoso em cópias piratas e quando todo mundo baixou a música tema). Mas muitos se esquecem, ou tem preconceito (como eu) de assistirem outro sobre favela, o mesmo filme que deu origem à essa fama de filme brasileiro falar apenas sobre este assunto, e ainda o filme que concorreu ao Oscar de Melhor Filme e Melhor Diretor (e que poderia ter ganho se não fosse no mesmo ano do último Senhor dos Anéis). Este é Cidade de Deus.


A história é sobre um menino, Buscapé, que conta a sua história desde que era uma criança, e, junto com sua história, o personagem mostra como era a vida na favela Cidade de Deus, localizada no Rio de Janeiro. Do mesmo modo que Buscapé fica mais velho e vai amadurecendo, além de fazer novas amizades. A favela, assim como Buscapé, também faz seus anos de vida e amadurece, e, é a partir deste momento que vemos o tempo que a favela era um local de pessoas extremamente pobres e de como se tornou uma guerra civil, algo que é ainda nos dias de hoje.


Como eu falei antes, a lista de filmes sobre favelas ou que menciona alguma, é grande: Verônica, Cidade de Deus, Tropa de Elite, Última Parada 174, Carandiru, Cidade dos Homens, Salve Geral, entre outros. Então quando uma pessoa fala que o diretor não é tão importante, eu falo o contrário: ele é muito importante. As tomadas feitas pelo Fernando Meirelles, como os créditos iniciais (que cena de faca é aquela? Muito boa!) e o modo que ele filmou, indo em certos momentos pela visão de uma câmera fotográfica, são uns dos fatores que tornam Cidade de Deus um filme diferente. Sem dizer que não sei porque eu acho que o filme tem um estilo bem parecido com o do Quentin Tarantino.


Enquanto vários diretores tentam fazer mais e mais filmes para desgastar filmes sobre favelas, ou de duas pessoas que trocam de corpo (outra vez) o Fernando Meirelles avançou, fazendo filmes como O Jardineiro Fiel e Ensaio Sobre a Cegueira (ótimo!), e é isso que o cinema brasileiro deveria fazer com os filmes sobre favela: esquecer e seguir em frente. Há um bom tempo que eu não vejo um bom drama. A última vez que assisti um bom drama foi quando eu assisti Zuzu Angel, o filme que me deixou com muita raiva sobre a ditadura militar, que muitos de nós não vivemos.

Vocês podem ter se enjoado de assistir filmes sobre favela assim como eu, e não posso descordar, mas perder Cidade de Deus é quase um crime, vamos assim dizer. Afinal, o filme é ótimo, e na minha modesta opinião, não é um filme que fala como é o dia-a-dia de uma pessoa na favela e fica nisso até o final da história (sono!), mas sim um filme que mostra como a favela conseguiu evoluir até se tornar o que é hoje: uma guerra descontrolada.

15 de novembro de 2009

MÚSICA DA SEMANA- 15/11


Olá novamente! Como muitos de vocês gostaram do fato de minha pessoa ter utilizado a música I Say a litlle Prayer for You, do filme O Casamento do Meu Melhor Amigo, pensei em fazer a mesma coisa com esta postagem. Esta é uma das cenas mais cômicas que temos no cinema, criado pelo único Tim Burton

The Banana Boat Song- BeetleJuice




13 de novembro de 2009

IMPROVÁVEL- Uma stand up muito boa, mas que não se compara às outras

Que menino chato!

Estamos numa Era aqui no Brasil de Stand up comedy. Antes que o CQC surgisse na Band poucas sabiam o que era uma stand up. Muitas pessoas nem sabiam que existia o Terça Insana, uma das mais famosas stand up e que ainda continha em uma de suas temporadas o próprio e único Marco Luque, desconhecido até então. E com o surgimento do CQC, um espetáculo que continha participação do pessoal do programa, ficou famoso. Este é o Improvável.


Muita gente já assistiu aos videos no Youtube, já que o próprio Improvável posta videos no seu canal do Tube. E para os que não sabem, o Improvável é um stand up completamente improvisado (oh!), na qual os comediantes utilizam as coisas que o público escreveu (antes dos espetáculo) e fala (durante o espetáculo), isso em vários jogos diferentes, desde ter que utilizar apenas perguntas ou de trocar a frase anterior.


Não há dúvida alguma de que Improvável é muito engraçado. Eu ri muito (meu primo pode comprovar tudo, já que ele que teve que aguentar a minha risada pouco escandalosa e alta), muitas das cenas são engraçadas (eu me rachei de rir com uma sátira que eles fizeram dos Muppets!), mas Improvável não passa uma energia de stand up. Como a minha tia bem disse, nas stand up normalmente o comediante conta uma piada (o comediante conta uma piada...) e você começa a rir. E logo em seguida ele conta outra piada, mas você ainda está rindo da primeira e assim vai até o final do espetáculo, o que pode causar em algumas pessoas lágrimas de felicidades e borrões em calças.


Eu já assisti três stand up, duas ao vivo e uma apenas no DVD. As duas que eu assisti ao vivo são: Improvável (dã!) e Nós na Fita (o qual eu me rachei de dar risada até não poder mais e que tem a única pessoa engraçada do Zorra Total [que não é engraçado], o Leandro Hassum) e a stand up que eu assisti apenas em DVD foi Cócegas (com a Ingrid Guimarães). Dentre essas, sabe qual eu prefiro? Nós na Fita. Nós na Fita é ótimo, um exemplo perfeito de stand up comedy que você nem acaba de rir de uma piada e eles já falam outra.


Embora tudo isso, nenhuma stand up até agora conseguiu arrancar de mim a minha risada verdadeira (de acordo com meu amigo, uma coisa rara de acontecer). E o Quinta Categoria da MTV que copiou descaradamente o Improvável (sem contar que contém os Barbixas da stand up), só que com uma péssima qualidade? É literalmente, com todas as letras, de quinta categoria, ainda mais com o sem graça do Mion. Bem que poderiam colocar a Dani Calabresa do Furo MTV...

12 de novembro de 2009

MÚSICA DO PÚBLICO- 12/11

Eu serei sincero com vocês: eu já tinha escolhido a música assim que eu tinha visto as indicações. Mas é claro, só faltava a música ser uma das mais votadas, se não sem chance. E não é que a danada foi a mais votada? Esta onda que Glee está criando será que também está atingindo este Brasil brasileiro? Espero que sim. Torço que sim! Infelizmente todos os videos que existem foram tirados do Youtube (bua!), mas ainda existem um video com apenas a música. Eu sei, também fiquei decepcionado. MAs ouçam a música porque é ótima! Melhor que a versão da Amy...

Rehab- Glee



11 de novembro de 2009

O GRANDE DITADOR- Um dos maiores clássicos do cinema é um clássico com honra

Se o mundo fosse tão fácil de segurar em suas mãos...

Outro dia uma tia minha me perguntou: "Fê, qual o seu filme predileto?". De imediato não respondi, falei que não sabia. Mas então essa pergunta ficou na minha cabeça durante o dia todo. "Qual seria o meu filme predileto?". Depois de horas e horas, cheguei a uma conclusão: Meu filme predileto é sem dúvida alguma Tempos Modernos do Charles Chaplin, um dos meus diretores e roteiristas favorito. Mas eu só tinha assistido Tempos Modernos e O Circo (o qual não lembro mais de nada) de Chaplin e O Grande Ditador eu tinha alugado há muito tempo, porém nunca tinha assistido inteiro. Hoje eu assisti...


A história é sobre duas pessoas: um ditador, Adenoid Hynkel (interpretado pelo Chaplin) e um barbeiro judeu (também interpretado pelo Chaplin). O ditador é uma versão Hitleriana do Chaplin, o qual a sátira é essencial e cômica. O barbeiro é nada mais nada menos do que os antigos personagens de Chaplin que nos fazia rir e sorrir: uma pessoa totalmente desajeitada e distraída que se apaixona por uma mulher. Num certo momento do filme, a vida dos dois vão se cruzar e é nesse momento que o filme atinge seu ápice.


Se esta não é mais uma obra-prima deste grande diretor que é Chaplin, eu não sei dizer o que é. Com certeza é um dos melhores filmes já feitos, sem dizer que o Chaplin ainda teve a ousadia de fazer a sátira em plena Segunda Guerra Mundial (a famosa cena do globo? Alguém?). Algum outro diretor se atreveu a gozar da imagem de Hitler nesta mesma época? Creio que não. Anos depois sim, como vemos em Primavera para Hitler, Os Produtores e Bastardos Inglórios, mas foi Chaplin que começou e começou com um pé direito tamanho mil.

Sem falar que este foi um dos maiores desafios do diretor. O Grande Ditador é o primeiro filme inteiramente falado do Chaplin, e, para as pessoas que o conhecem muito bem, sabem que a grande graça de seus filmes era pelos gestos e pelas ações, já que o cinema era mudo. E Chaplin não faz feio com o som: mantém os gestos e ações e ainda consegue acrescentar uma imitação belísimamente sarcástica do Hitler (afinal o cara ficava gritando e ninguém entendia o que ele falava). E lendo algumas críticas, descobri que este foi o último filme com o famoso bigodinho de Chaplin, e, seu último filme com uma de suas ex-esposas Paulette Goddard (sua companheira em Tempos Modernos, sendo os dois juntos um casal maravilhoso nos filmes de Chaplin).


O Grande Ditador não deveria ser apenas obrigatório para as pessoas que amam o cinema, mas também para todas as pessoas. Somente o último discurso do Chaplin como o barbeiro, falando sobre um homem que luta pela escravidão e não pela liberdade, que pensa cada vez mais como máquinas e não como humanos, me deixou completamente arrepiado e se isso acontece com todas as pessoas, talvez, como ele mesmo disse, o mundo poderia ser um lugar melhor. Mas parece que isso só será uma esperança, a qual teremos que aguardar.