31 de julho de 2010

17

Pra mim never 17 e never again


Eu estava pensando em colocar este post no dia 2 de Agosto, faltando apenas dois dias para o meu aniversário de dezessete anos. Mas então sentado aqui na minha cadeira eu pensei: "Não. Muitas pessoas com a minha idade podem estar passando por isso agora. É melhor eu falar com elas". Não é desabafo e nem conselho, na verdade é uma conversa entre mim e você, caso você já tenha passado por isso, pensado algo do tipo ou não. Normalmente as pessoas passam por isso na minha idade. O assunto: escolher uma carreira.



Entre meus amigos e parentes tem a brincadeira de que eu adoro mudar de profissão a cada ano. Entre a oitava série e o primeiro ano do ensimo médio eu tinha decidido fazer Engenharia de Produção, porque é o que estava dando dinheiro. Meu pai, um Engenheiro e Militar, lógico que apoiou a ideia. No segundo ano (ano passado) eu tinha decicido fazer Direito, me tornar um Funcionário Público e ganhar um monte de dinheiro para poder viajar. Novamente eu ganho o apoio dos meus pais. Agora no terceiro ano, na reta final, deicidi fazer Audiovisual, porque olhei no espelho e vi que eu não queria mais dinheiro, mas queria ser feliz com aquilo que eu gosto. O apoio não veio.


Minha irmã tinha decidido fazer Moda desde que era pequena. Meus pais aceitaram numa boa. Minha irmã sabe que ela não é boa em Matemática nem nada do tipo. Meus pais não aderiram logo de cara a decisão dela, mas com suas notas na Faculdade, eles perceberam que ela tinha potencial. Agora que seu filho, eu, que antes sempre tirava notas boas (até a quarta série, dez anos, muitas pessoas podem tirar notas boas) decidiu fazer algo diferente e não um trabalho da antiga "vanguarda"; Engenharia, Direito, Medicina, entre outros, eles não suportam a ideia.



"Você vai bater a cara no chão! Você vai perceber que não dá para voltar atrás!", ou resumindo: "você vai se ferrar". Esse é o apoio que eu normalmente recebo dos meus pais. Eles não pensam: "Se você for realmente bom no que faz, você chega lá". Engraçado isso, não? Pessoas mais humildes pensam desse jeito, ao invés de quererem ganhar mais e mais dinheiro eles pensam o contrário da maioria da classe média alta: eles querem mesmo é ser feliz. Hoje mesmo, após uma discussão, meu pai falou:"Sua mãe estava pensando em comprar um cachorro para você de aniversário. Agora esquece!". Me desculpe, mas eu não quero cuidar de uma vida que eu quero tanto se não recebo nem apoio de tê-la, tanto que até hoje meu pai rejeita a ideia do tal cachorro. Sinceramente, com este pensamento prefiro ter um quando eu estiver menos gente enchendo meu saco e me apoiando mais.


Concordo que assistir a mesma peça três (Avenida Q) quatro (Gypsy) ou sete vezes (O Despertar da Primavera) é um exagero, mas são nesses lugares que estão as coisas boas que eu gosto! Se eu fosse realizar um curta, uma minissérie ou um filme, com certeza eu tentaria achar um ator desse ramo! Não do musical em si, mas do teatro! Se eu sonho com isso? Sim! Se eu tenho apoio dos meus pais? Não! Sem falar que eu assisto estas peças várias e várias vezes porque não tem nada de bom passando no cinema. Sério, alguém pode me falar um filme bom que esteja passando? E quando convido meus pais para assistirem Toy Story 3, para passarem tempo comigo, eles rejeitam. Problema meu ou deles? Convidei!



Se eu falasse que nunca pensei em me matar eu seria um hipócrita. Às vezes me vem a mente que cortar os pulsos deve trazer uma sensação de alívio parecida com a do cigarro para o fumante. Um sentimento de liberdade, sabe? Mas sempre fico pensando: "Por que eu vou perder a MINHA VIDA que é importante, por causa de uma coisa externa? Eu mereço viver!". Na verdade meu pensamento é me focar nos 18 anos. Não gosto do pensamento de sair de casa, nem nada do tipo, mas permanecer num local onde as pessoas ao meu redor apenas me prejudicam e me confrontam, isso eu não quero. Mas não acho que seja uma boa coisa para qualquer ser humano viver com algo que o deprime. Preciosa, por exemplo?


17. Não 18. Um ano ainda falta. Na verdade, o único problema para mim e os meus 18 anos é o Exército, pra mim uma perda de tempo e hierarquia e atitudes estúpidas. E você? Passou por isso quando decidiu escolher o que fazer? Qual foi a reação dos seus pais? Diga! Provavelemte, não sou o único jovem desta metrópole que pensa deste jeito. E se você é pai, pare e pense! Se você é estúpido desse jeito com seu filho é melhor parar. Com certeza a amizade entre meus pais e eu vai diminuir com esta postagem, mas não quero mais pessoas sofrendo como eu. Sabe o que é querer fazer alguma coisa da sua vida só para a outra pessoa parar de te encher? Então comente!

VIDEOS ULTIMATOS DO YOUTUBE 2: STAND UP

Se o primeiro foi de algumas palhaçadas espallhadas pela internet, este será ed Stand-Up Comedy. Já me falaram que Nós Na Fita, Cócegas, Terça Insana, entre outros, não são Stand Up. Pra mim, tudo que tiver apenas uma ou mais pessoas sem nada e fazendo piada é um Stand-Up, apenas muda o jeito de apresentá-lo. Bem, bons videos!













29 de julho de 2010

R-E-S-P-E-I-T-O NO TEATRO

Alguém: Aham Claúdia! Senta lá!
Eu: Dessa vez não!


Não pare de ler! Sei que você pode não gostar do assunto ou se importar com ele, mas meu leitor ou leitora este é um caso gravíssimo! Bem, pelo menos aqui em São Paulo, porque não sei como é no Rio de Janeiro, ambas as principais cidades que possuem peças em cartaz, principalmente musicais (é muito raro uma peça sair do eixo Rio-São Paulo). Porém, o povo brasileiro está desacostumado à ir nesses "tipos" de lugares. Com certeza metade da população nunca foi ao teatro. Na verdade a maioria prefere gastar seu dinheiro em baladas, bebidas, Carnaval e cigarros. Nada contra! Cada um tem seu gosto! Mas não é por causa disso que essas pessoas não podem respeitar o teatro, assim como vou desrespeitar alguém quando for numa balada ou durante o Carnaval. Não estou revolts ou algo do tipo. Sou apenas um amigo pronto para te aconselhar!

Tudo começou com Hairspray, segunda peça do meu retorno aos musicais depois de Avenida Q e A Bela e a Fera (minha primeira peça musical. Ano: 2002). Era o retorno do segundo ato e estava numa cena muito tensa (da qual eu não me lembro, mesmo sendo tensa) e estava difícil de entender algumas partes (de novo: alguém poderia equalizar aquele som?). Nisso uma senhora abre uma latinha de refrigerante e faz aquele barulho delicioso. Olha, isso não se faz nem no cinema minha senhora! Os atores da peça perceberam e algumas pessoas também. Ser sútil também está faltando por aí. Todos perdem a atenção e a concentração da peça para saber que som externo é este. Talvez eu me lembraria da cena, se não tivesse o som da latinha. Mas isso é um problema do teatro. Se eles vendem, não podemos culpar a velinha, podemos? Ok, podemos um pouco.


Agora, uma coisa que me irritou bastante foi na segunda vez que fui assisti Gypsy. O casal do meu lado parecia alguém da Família Addams. Não ria, não sorria e nem sei se respirava. Mas não apaludiu nenhuma vez. Ok, bater palma é da opção de cada um, afinal a pessoa pode ter gostado do espetáculo ou não, mas sair da peça na última música e perceber que a peça não acabou, e sair do mesmo jeito é MUITA falta de respeito. Na verdade, sair da peça enquanto têm atores em cena é uma das piores coisas. Primeiro: é para isso qu existe intervalo. Você pode ir embora. Segundo: quando alguém fala com você e você não quer mais convesar com esta pessoa, você vira a cara e sai andando? Não né? Imagine se você está apresentando seu trabalho e seu chefe sai da sala andando e vira as costas para você. Você está fazendo a mesma coisa com os atores. Terceiro: você acaba atrapalhando a visão das outras pessoas, que também pagaram (ou não) para ver o espetáculo. Ou seja: a gente se fode.

E o mais engraçado foi o comentário do meu pai quando a famíia toda foi assistir à peça: "Ah, por que todo mundo aplaudia depois de cada música? Gente escandalosa!". Se formos considerar a última vez que meu pai foi no teatro, e para assistir um musical, vocês vão entender. Hoje meu caro leitor, aplaudimos quando a cena é muito boa, seja musical ou não. Em Gorda eu também aplaudi sempre que possível. "E os gritos? Nem preciso comentar". Se meu pai souber que eu grito ele me mata. Mas o que eu posso fazer além de bater palma? Não sei fazer aquele assobio maroto que alguns conseguem, e com certeza não pegarei panelas para fazer barulho. O pior é que normalmente os adultos olham para você com o pensamento: "Ih! Baitola!". Pois é. É a vida.

Celular nem preciso comentar, ou preciso? Nem conversar, roncar, peidar ou arrotar durante a peça? Espero que não. Os brasileiros tem o costume de agirem como quiserem, aonde quiserem e quando bem quiserem. Na verdade, eles acham que teatro é como cinema e podem fazer a mesma coisa quando vão ao teatro. Olha, se a palmada não fosse crime, eu recomendava para algumas pessoas. Na verdade existe uma coisa melhor para este povo: si-mancol! E isso vale principalmente para os adultos que nos chamam de rebeldes sem causa e acabam cometendo essas gafes. Agora fui um rebelde com uma causa (por favor, sem trocadilhos com Rebelde)!

25 de julho de 2010

MÚSICA DA SEMANA

Ultima semana de ferias! Por que? Foram tão boas! Ferias, filme e pecas! Pecas! Com certezas as melhores coisas destas ferias! Agora viajar é prioridade. Aproveitem a música! Se eu conseguir, publico alguma coisa essa semana!

OBS: Desculpem por não ter pontuação. Teclado americano!

I Put A Spell On You- Hocus Pocus

23 de julho de 2010

A VERDADE PAULISTA

Essa será uma postagem bem rápida, ok? Ou melhor, pretendo que seja uma postagem rápida. Ontem infelizmente não tive tempo de terminar o filme Homens que Encaravam Cabras (acabei dormindo porque não estava entendendo nada do filme, e pelo visto este é o seu charme),e hoje será mais um dia corrido das minhas férias (Gypsy novamente!)! Então vamos lá!

Ontem de madrugada eu estava deitado no meu colchão vendo Homens que Encaravam Cabras. De repente começo a ouvir tiros na rua. Coloco minha cara na janela? Lógico que não e não façam isso! Uma bala perdida pode te encontrar e não será mais uma bala perdida. Mas voltando: minha mãe acordou e a polícia veio. Alguém foi morto de madrugada.


Você sabe se a notícia saiu no jornal? Eu sei! Eu sei! Não. Pelo menos nem no Google achamos. E você sabe por quê? Porque a maioria dos crimes de SP desse tipo são escondidos pela mídia paulistana. Ao contrário dos noticiários dos EUA (quem só falam de negros, hispânicos e imigrantes, mesmo que eles não sejam os criminosos, assaltando) e dos noticiários do Rio (tiroteios), a mídia paulistana só fala mesmo de um crime quando todos já sabem sobre e que foi à luz do dia. Esse foi de madrugada então é fácil de esconder.

Então toda vez que eu falo pros meus pais que eu gostaria de fazer uma faculdade no Rio (se for de graça, por que não?) ou visitar a cidade maravilhosa só para assistir as peças que eu tanto amo e que sempre estreiam por lá primeiro, eles falam que não, porque lá é só virar a rua que você leva um tiro. Eu amo São Paulo, sou paulista na veia! Mas a violência do Rio e aqui estão presentes do mesmo jeito. Acorda São Paulo! Para com esse preconceito com o Rio, porque aqui também não é a cidade mais segura do mundo. Abre o olho!

21 de julho de 2010

GYPSY- O teatro no teatro é magnífico!

Queridas! Silêncio! Ele tá falando da gente! Sorriam!



Eu falei para vocês que eu tinha uma sorte com peças, não? A última grande sorte que eu tive foi no O Médico e o Monstro que a tia do meu primo não poderia ir e deu os ingressos para ele e ele acabou me levando. Agora eu consegui ter mais uma sorte e dessa vez com Gypsy: uma promoção que as primeiras cem pessoas ganhavam um par de ingressos. Vamos dizer assim que amigos e família foram todos juntos assistir ao novo espetáculo (pelo menos aqui em São Paulo) dos grandes diretores de musicais brasileiros: Charles Moeller e Claudio Botelho.


Quando eu estava no sítio do meu primo a avó da minha amiga falou: "Nossa! Quero muito ver Gypsy! Adoro ciganos!". Ainda bem que eu estava lá, não? Imagine se ela sentasse na poltrona do teatro e assistisse uma coisa completamente diferente do ela pensava? Na verdade a história de Gypsy não se foca na futura stripper, mas sim em sua mãe, Mama Rose. A mãe quer de qualquer jeito que sua filha June se torne um sucesso, deixando sua filha Loiuse de lado. Numa reviravolta, Rose começa a se focar em Louise, que se declara: "sem talento algum".


A história de Gypsy é simplesmente magnífica! Claro, para os fãs de teatro é quase a maior obra-prima de todas, uma lição de teatro! Para os que não são fãs de musical pode ser meio cansativo ficar quase três horas na poltrona. Ainda bem que sou fã, não? Porque por trás da história de Mama Rose existe uma outra história ainda maior: a mudança do teatro de variedades para o teatro burlesco! A Grande Depressão mudou completamente o teatro americano! E vemos todos os bastidores dessa época na história de Mama Rose e suas filhas! É teatro falando sobre teatro! É tão magnífico quanto cinema falando de cinema (Bastardos Inglórios, por exemplo)!


Quanto ao elenco nunca tive que me preocupar. Charles Moeller e Claudio Botelho sempre escolheram um excelente elenco! Lembra da Renata Ricci? A atriz que eu tinha adorado como Ursinha do Mal no Avenida Q? Ela está de volta em Gypsy como a "grande" June e adorei vê-la de novo! A Adriana Garambone como a Louise dá uma aula de interpretação quando se torna a grande Gypsy. André Torquato também é muito bom como Tulsa! Quando acabou a peça ouvi comentários fora do teatro falando: "Não achei nada de impressionante nele como estão falando por aí". Pessoal, ele tem apenas 17 anos! Minha idade (quase! Mas dia 4 de Agosto teremos)! E já está no palco! Ele e a Malu! Talento assim surgindo já é impressionante! Mas quem rouba a cena é a principal: a Mama Rose.


Mama Rose é uma personagem ácida, engraçada, dramática e que respira e vive para o teatro. É o teatro em pessoa! Desde o sucesso até o fracasso, é uma personagem melodramática! E é interpretada pela grande Totia Meireles. Simplesmente meus olhos brilhavam quando a Totia abria a boca, fosse para falar ou para cantar! Ela é um monstro como atriz e cantora! Claro, no bom sentido. Ela domina o palco em cada momento! É a perfeita Mama Rose! Na verdade, na música A Hora de Rose ela cantou exatamente como eu imaginava um Gypsy na minha cabeça! Perfeito!


Se em O Médico e o Monstro eu vi a cena mais bonita de um espetáculo, em Gypsy eu assisti a cena do ápice do teatro! O elenco é magnífico, o figurino (tem algum jeito de não amar aquela vaca? Ou as strippers? Não!), a música, a história e o cenário nem vou falar! As luzes são perfeitas! Mais uma obra digna para um musical brasileiro feito pelos melhores diretores! Agora eu só fico esperando por Hair e que ainda vai demorar para chegar! Então, nada melhor do que ver Gypsy de novo, certo? E irei! Nesta sexta-feira!

20 de julho de 2010

A EPIDEMIA- Mais um filme do noitão do Belas Artes

Eu quero brócolis!


Para falar a verdade eu nem sabia que The Crazies, que só agora recebeu a tradução de A Epidemia, um título muito original para falar a verdade, seria lançado por aqui. E sinceramente eu nem ia falar do filme pelo trauma que aconteceu durante a sessão (cadeira horrível e um amigo que pulava em mim em quase toda cena de susto. Tudo bem, meu outro amigo e eu nos matávamos de rir). Mas como uma coisa leva a outra, vamos para o filme!



A Epidemia é praticamente um filme catástrofe que vemos por aí. Uma cidade dos EUA (sempre os EUA) é infestada por uma arma militar (sempre os militares) através da água. Sendo assim, todo cidadão que bebe a água acaba virando um tipo de zumbi assassino. E como qualquer outro filme catástrofe, um casal entra na jogada.


Pelo visto vocês devem ter percebido que eu não gostei muito do filme e essa é a verdade. O filme inteiro é casal fugindo, andando, morte, casal fugindo, andando, morte. Sem falar nas cenas finais! Uma consegue ser completamente sem noção! Uma daquelas cenas que a gente para e pensa: "Será que alguém não sentou sua bundinha na cadeira e pensou sobre isso quando escreveu o roteiro?". Para os que não querem saber a cena, pare de ler agora. Parou? Não? Problema seu! A cena é a seguinte: uma bomba nuclear explode e o caminhão onde está o casal é atingido de "leve" e o veículo capota. Quando tudo acaba, o casal sai do caminhão ainda intacto e continua andando. Meu Deus! Nem de cinto eles estavam! E nem machucados! Cristo! Sabemos que Hollywood não pensa muito na realidade, mas isso é humano pelo amor de Deus!


Então meus caros leitores e leitoras, um dos filmes que está prestes a estrear e que eu não recomendo que vocês gastem seu precioso dinheiro é A Epidemia. Para falar a verdade, neste mês de Julho o cinema está bem brochante. Shrek 4 consegiu levar 3 milhões de brasileiros ao cinema! Será que não tinha nada melhor passando ou realmente o povo gosta disso? Não importa. Os dois são problema.

19 de julho de 2010

A CRIATURA QUE É ALAN BALL- Falando sobre "True Blood" e um pouco mais de "A Sete Palmos"

Como assim ele nos largou? Velório nele!


Pelo visto eu não vou começar uma postagem perguntando para vocês quem é o Alan Ball e que eu perdoo vocês por não conhecê-lo. Sim meus amigos, as coisas mudam por aqui, o tempo todo, tanto que antes eu estava viciado em A Sete Palmos e somente após baixar dois episódios de True Blood eu já estava viciado, tanto que levei alguns episódios no Ipod e assisti durante a minha viagem, já que o sono não vinha de jeito nenhum. Mas vamos por partes.

Em A Sete Palmos estou na quarta temporada, que ainda nem comecei e já aluguei. A segunda temporada por enquanto foi a melhor! Melhor tensão, melhor final, melhor tudo! E a a terceira temporada começa bem, mas infelizmente depois fica a desejar, mesmo que apareça a minha querida e tão desejada Katy Bates. O Alan simplesmente virou a série de cabeça para baixo (a partir de agora terá spoilers)! O Nate fica muito normal e sem graça, e a Brenda, quer era a minha personagem favorita até este momento, aparece só depois de alguns episódios e para de ser louca! Não! Não! Quero a segunda temporada que eu vi de volta! Mas agora só me resta esperar para ver o que acontece nesta quarta temporada e penúltima. Até agora o melhor personagem da terceira temporada foi o David! Adoro as piadas ácidas dele!


True Blood eu comecei agora e já estou viciado (mas A Sete Palmos chegou na frente! Uma temporada de cada série e de cada vez!). Tudo que o Alan pregava em A Sete Palmos está em True Blood: piadas ácidas, humor negro e até mesmo aqui um pouco de trash divertido (até agora a minha cena favorita da série é quando matam um vampiro e todo sangue dele saí pela boca e vai para a protagonista), o único trash que eu gosto. Odeio trash levado à sério! Normalmente se torna em filmes ruins! Acho que não gosto de Vampire Diaries exatamente por causa disso: é levado muito à sério uma cena de suspense bem tosca. No me gusta!

Mas não vou desviar do assunto. True Blood têm personagens muito interessantes. O irmão da protagonista, Jason, por exemplo, é o típico americano que eu tanto odeio e adoro que seja mostrado em filmes (um exemplo também aparece no filme O Nevoeiro)! Depois de tomar V (o sangue dos vampiros) as pessoas ficam num estado-Avatar (sabe as cenas que eles conectam o cabelo e tudo está conectado à tudo? É mais ou menos essa sensação, só que sem entrada USB). E vocês acham que nosso Jason, viciado em sexo como é, não tomaria o V? Claro que não! Ele toma e entra uma das cenas mais engraçadas da série quando ele toma demais.

Além disso temos os personagens mais engraçados (Jason é apenas o influenciado): Lafayette, um cozinheiro homossexual misturado com o jeito dos típicos afro-americanos que aparecem na televisão e que simplesmente me faz rachar de rir (ao contrário dos típicos filmes de comédia americana que só contém afro-americanos) e Tara, a melhor amiga da protagonista, Sookie, e até agora minha personagem favorita! Uma mulher forte e que não tem problema de ser mandona quando deve e amorosa quando decidi ser. Adorei!

Agora você me pergunta: e os protagonistas? Pois é meu caro leitor. Sookie e seu vampiro Bill (sim, vampiro Bill) pelos menos para mim não são os mais divertidos. Relacionar eles com Crepúsculo é até aceitável: amor de humana e vampiro, os dois tem super-poderes, fica naquele vai-e-vem, tem um juíz de vampiros (assim como os Volturi de Creps), tem um terceiro membro no estilo de Jacob, e mais outros detalhes e caractéristicas de vampiros à parte, mas tem um diferencial: Bill não precisa se casar com Sokkie para transar. Mesmo sendo um ser de cento e tantos anos, ele é moderno! Ou seja, Edward pode facilmente sair de seu posto! Porque Bill pelo menos tem uma mente aberta e uma protagonista que não é vesga (embora ela e Bella sejam bem sem sal)!

Agora, não vamos colocar The Vampire Dairies no assunto né? Cópia de Anne Rice e que proibi sexo assim como Crepúsculo, embora todo mundo quira (resumindo: sem graça e sem criatividade). Se tem uma coisa que Anne Rice fazia era colocar muitas cenas calientes em seus livros, pois ela sabia que vampiros são seres procurando por sangue e sexo. Acho que nosso Alan sacou a ideia, tanto que True Blood tem sexo para dar e vender, assim como sangue. Eis uma série digna de vampiros!

18 de julho de 2010

MÚSICA DA SEMANA-18/07

Vocês acham estranho eu nunca ter falado sobre Fahrenheit 11/9 se eu amo tanto o trabalho do Michael Moore? Tudo bem, eu também acho. Mas é o seguinte pessoal: fica horrível uma crítica sobre documentário se o próprio filme diz tudo! Tiros Em Columbine é a prova! Falar mais é praticamente cavar ou falar sobre ele! Então eu recomendo que vocês assistam ao filme porque muita gente pensa que sabe tudo sobre a guerra do Iraque (como eu), mas acaba descobrindo que na verdade era um ignorante sobre o assunto (como eu de novo!). Então vamos ouvir uma música contra o governo americano e sua guerra? Adoro!

Holiday- Green Day


17 de julho de 2010

MÚSICA DA SEMANA-17/07


Pessoal, hoje eu finalmente estou indo viajar nas minhas férias! Claro que com esse tempo maravilhoso que está em São Paulo eu não farei muita coisa. Provavelmente começarei a reler O Diário de Anne Frank (tenho muita vontade de rever o filme, mas não encontro!) ou ver mais filmes! Não sei se poderei ver filmes "fortes", porque dessa vez terão criancinhas no local do crime. Será que eu ensino para elas o que é O Exorcista, O Iluminado e A Bruxa de Blair? Eu iria adorar! Já sei: levo A Viagem de Chihiro. É animação, mas é fácil de traumatizar um ser desses com este filme. Mas vamos voltar para a música, não? Como vou viajar não deu tempo de fazer uma postagem, então essa semana terá duas músicas, ok? Eu volto segunda-feira! Relaxem! Eu volto! Então vou aproveitar que como eu terei que ser criança para ver filme, ser criança para postar uma música sobre como você pode conseguir qualquer coisa se você se esforçar nisso!:

Quase Lá- A Princesa e o Sapo



16 de julho de 2010

O MÉDICO E O MONSTRO- Falando um pouco mais...

Ontem eu fui de novo no espetáculo O Médico e o Monstro e saí de lá com vontade de ir de novo! Ah! Meu Deus! Porque você me fez viciado numa coisa tão cara e boa para ver e rever? Tudo bem, vou num lugar mais barato, ou arranjo um jeito de ir! Mas mais uma vez eu tenho que ir com certeza! A cena mais linda que eu já vi no teatro está exatamente neste espetáculo, na música Em Seu Olhar, na qual a Kiara Sasso e a Kacau Gomes fazem um dueto.


Mas isso eu já falei! Agora está na hora de falar das atuações! E vamos começar com o protagonista! O ator que interpreta o Dr. Jekyll e Hyde: Nando Prado. Eu já disse que me arrependo de não ter assistido Miss Saigon (que também tinha o Tumura!) e O Fantasma da Ópera, né? Tem tantas outras peças das quais que eu me arrependo de não ter ido até hoje, mas estou dando essas como exemplo porque as duas tem a presença de Prado. O Médico e o Monstro foi o primeiro musical que eu vi com o ator e eu gostei bastante dele! Sútil como deve ser no papel de Jekyll e solta a voz na hora de Hyde (será isso de propósito? Acredito que sim! Não seria melhor!). Bárbaro!


A Kiara Sasso nem preciso comentar, preciso? Eu já tinha visto Kiara antes, mas quando eu era bem pequeno, tendo mais ou menos uns nove anos (fui uma das crianças sortudas levadas por sua mãe para assistir A Bela e a Fera no Teatro Abril, e Kiara era a Bela). Perdi O Fantasma da Ópera, no qual ela fazia a Cristine, e pior ainda: eu perdi A Noviça Rebelde (que eu ouço sem parar), que além de tudo é um espetáculo do Moeller e do Botelho! Mas tudo bem! A vida continua e a carreira da Kiara também! Sempre cantando lindamente! O único problema eu acho que é da própria história. Emma não pode ter nenhum aprofundamento. Ela é a Emma, mulher sofisticada e que ama o nosso Jekyll. Mesmo que Kiara cante e atue lindamente, seu personagem não a deixa avançar, e sabemos que ela é mais do que capaz!


a Lucy é um personagem que conseguimos "tirar" mais coisa: uma prostituta que sonha em seu homem ideal, que a ame como ela mereça, sem falar em sair da vida difícil de Londres. Lucy ainda é encarregada das principais músicas "libertadoras" da peça. E Kacau Gomes ficou encarregada de fazer a Lucy, e o faz lindamente, sendo provavelmente a maior surpresa do espetáculo! Se você quiser ouvir a Kacau é só colocar o DVD (porque VHS não existe mais faz um bom tempo) de A Princesa e o Sapo. É impossível que você não se arrepie não apenas nos agudos de Kacau (ótimos!), mas de Kiara e Prado também!


A única reclamação pelo visto continua sendo do Teatro Bradesco (não sou o único! Comentários são diversos! É só procurar!). Alguém poderia me responder do que um teatro enorme como esse precisa para que as vozes dos atores fique mais alta do que a orquestra? Porque até agora a orquestra parece ser o principal foco do teatro. Felizmente, O Médico e Monstro tem excelentes cantores e atores para superar essa orquestra (se você sentiu uma cutucada em Hairspray, pode deixar que foi meio que de propósito). Não é apenas uma peça, mas sim um espetáculo!

15 de julho de 2010

DUPLA SESSÃO, DUPLA POSTAGEM- PONYO E CARTAS PARA JULIETA

Que coisa feia Felipe! Tô chocada!


Como se eu não fizesse isso nas férias, ou melhor, ainda mais nas férias! Foi difícil, mas consegui assistir dois filmes de uma só vez, do bom e velho jeito de sempre: mudando de sala. Mas isso que foi difícil: a sala era a mesma. Enrolar no banheiro não foi uma coisa divertida e um dos "carinhas" do cinema percebeu. Foi só ele olhar para o outro lado que meus amigos e eu entramos na sala. E assim, começou o segundo filme.

Porém, devo começar com o primeiro filme: meu tão aguardado Ponyo. O filme conta a história de uma peixinha, Ponyo, que decide sair de sua casa (no mar) e se transformar numa humana. Desse modo, Ponyo acaba conhecendo o menino Sosuke e cria uma grande amizade. Porém, para se tornar uma verdadeira humana, a peixinha tem que desistir de seus poderes, e, sem desistir de seus poderes, a vontade de Ponyo pode acabar com a Terra.


Nem me diga que Ponyo é A Pequena Sereia japonês. Nem eu nem o diretor, Hayao Miyazaki, gostamos da comparação que sempre fazem com o diretor, falando que ele é o Walt Disney oriental. Primeiro: Ponyo não é um musical dos nossos clássicos filmes da Disney. Segundo: o Hayao consegue criar coisas absurdas, mesmo que o filme seja baseado numa obra. E acho que foi por isso que não amei Ponyo: faltou toda a maluquice e magia que os outros filmes que o Hayao fazia como A Viagem de Chihiro, O Castelo Animado e Meu Vizinho Totoro. Mas não é por causa disso que o filme é uma catástrofe. Apenas não é tão mágico quanto os outros filmes do diretor, mas ainda assim é muito bom. Além disso, o filme fala sobre a natureza humana e como os humanos destroem a natureza com um simples comentário de um dos personagens: "Nossa! Como os humanos são criaturas nojentas!". Não é uma obra-prima, mas é ótimo! Se você for começar a assistir os filmes de Hayao, não comece por Ponyo. Minha dica é começar por Meu Vizinho Totoro! E depois Chihiro! Mas voltado ao assunto...


O segundo filme infelizmente foi Cartas para Julieta. A história é sobre Sophie, uma menina que está noiva, e que junto com seu noivo, Victor, fazem uma viagem para a Verona, Itália. Lá, Sophie acaba conhecendo as "Secretárias da Julieta", mulheres que respodem as cartas que as mulheres colocam nas paredes da "Casa de Julieta" (ou algo assim. Não me lembro o nome da casa). Sophie então responde uma das cartas e a mulher, uma senhora de idade, retorna para Verona e busca por seu perdido verdadeiro amor, mesmo estando acompanhada de intragável neto.


Se você não assistiu nenhuma comédia romântica nos últimos cinco anos ou adora filmes do gênero, recomendo que você assista Cartas para Julieta. Do contrário, você não irá se surpreender. Típica comédia romântica, mesmo que tenha uma pela fotografia. Clichês é o que não falta, e como a história não tem nenhum aprofundamento, é quase impossível ter também um aprofundamento nas atuações (sem falar que pelo visto a Amanda Seyfried gosta de interpretar personagens com o nome Sophie). Meu Deus, como era boa a época de O Casamento do Meu Melhor Amigo e Uma Linda Mulher, que graças a Deus fogem dos clichês! E isso acabou de me dar uma ideia...