24 de dezembro de 2012

O QUE ESPERAR PARA 2013: LES MISÉRABLES (OS MISERÁVEIS)

"Yeah baby, I'm back in business too!"


Eu disse para vocês que era um retorno, não disse? Então vamos começar a falar sobre o que o blog espera para 2013, ou melhor, o que 2013 tem para nos oferecer nos mais diversos setores (cinema, música, literatura, etc.) e que parece ser de boa qualidade. Por incrível que pareça, os musicais estão mais do que presentes na lista (que novidade, não?), mas não se preocupem porque os grandes blockbusters do cinema também estão garantidos como as "promessas do ano que vem". E nada melhor do que começar a lista com a junção dos dois: Les Misérables, que, embora já tenha estreado nos EUA (se não me engano), só chega ao Brasil em fevereiro de 2013.

A história de Os Miseráveis é muito complexa para ser resumida em apenas um parágrafo, principalmente pelo fator de que dentro da própria história vários anos se passam e muitos personagens adentram à ela ou se distanciam dela. A princípio, o foco está no ex-presidiário Jean Valjean e o militar Javert. Entre as desventuras e encontros de ambos, personagens como Fantine, Cosette, Marius, Éponine e Enjolras aparecem de modo que a presença e a existência deles seja fundamental para o engrenar da história.

O mais interessante de Les Mis, além da escolha do elenco (Anne Hathaway como Fantine, Hugh Jackman como Jean Valjean e Russell Crowe como Javert), é o modo em que o filme foi feito, sendo um dos motivos para que ele seja uma das "promessas de 2013". Normalmente, ao se fazer um filme musical, os atores gravam as músicas num estúdio antes das cenas serem gravadas propriamente, para que assim só seja necessário dublar. Mas esse formato acaba prejudicando o ator, já que ele acaba não tendo uma liberdade maior para cantar com emoção, já que tudo já está pré-gravado. E com Les Misérables a música é ao vivo! Os atores do filme tiveram a oportunidade de que o que irá para às telas do cinema ser exatamente o que eles cantaram nas gravações, algo que apenas melhora a atuação deles na cena e que transforma o filme em algo inédito em comparação os parâmetros adotados nos últimos anos para se fazer um filme ou uma série musical.

E, depois do grande sucesso de Susan Boyle ao eternizar "I Dreamed a Dream" no reality show Britain's Got Talent, chegou a vez de Anne Hathaway fazer o mesmo com sua versão para a música. É simplesmente surpreendente o que se pode fazer com a canção e a interpretação da atriz é arrebatadora, algo que para quem acompanha a divulgação da obra foi possível captar já nos primeiros trailers (e que a transformou numa das favoritas ao Oscar 2013). E não apenas Hathaway mostrou sua capacidade, como também várias pessoas do elenco, principalmente o ator Eddie Redmayne (mais conhecido pela minissérie Pilares da Terra e pelo filme Sete dias com Marilyn).

Depois de fazer O Discurso do Rei, Tom Hooper pode ter sido, afinal de contas, a melhor escolha para trazer um dos maiores musicais da Broadway e do West End para as telas do cinema. Mesmo não tendo admirado tanto assim seu primeiro trabalho (que embora excelente ainda acho um exagero ter ganho o Oscar de Melhor Filme), a versão de Les Misérables de Hooper tem o grande potencial de ser um filme merecedor de vários Oscar's e um dos grandes favoritos também. Este é o filme que provavelmente ficará marcado em sua carreira, ainda mais pela forma ousada em que foi feito. Tentar fazer com que atores cantem ao vivo requer um extremo cuidado e um trabalho difícil de ser feito de modo eficaz. Embora nós, brasileiros e meros mortais, só iremos ver o filme no ano que vem, lá fora quem já assistiu tem falado bem. Nos resta agora aguardar.

23 de dezembro de 2012

NATAL E FIM DO MUNDO FECHAM O QUE RESTA DE 2012



Estou tentando voltar a escrever com frequência. Depois de tanto tempo ausente é difícil retomar o costume de me sentar à frente do computador e esperar que as palavras surjam e o texto comece a fluir, ainda mais com as mudanças do Blogger, que apenas me afastam ainda mais e me irritam, já que não posso redimensionar as imagens do modo que eu quero e que ficam melhores em relação ao texto. Mas, como tudo na vida, não podemos esperar que as coisas aconteçam do nada, ainda mais para pessoas azaradas. Então, vamos começar logo com este retorno com dois assuntos que até agora não entendi, ou melhor, não aconteceram do modo que pensei que iriam: o fim do mundo e o Natal.

Alguém se lembra de como era o Natal no início dos anos 2000? Não lembro se, por ser um momento mais próspero, financeiramente falando (sem crises para atrapalhar a economia), e por ser um demônio que tinha entre os 7-10 anos, o Natal que eu via era muito "melhor" do que os dos dias de hoje. Lembro de quando eu contava os dias para o Natal para finalmente poder abrir meus presentes após a visita do bom velhinho, fechando a noite com uma janta familiar e uma deliciosa sobremesa. E até o dia 25 eu aproveitava ao máximo para assistir todas as maratonas possíveis sobre o assunto, principalmente no Cartoon Network. Mas hoje o Natal ficou tão superficial que nem sei o motivo que algumas pessoas têm para continuarem comemorando-o. Não há mais maratonas nos canais como antigamente e nem espírito natalino que era maior (melhor?) e mais envolvente do que hoje. Atualmente o Natal, para muitas casas, se resumiu ao Panetone e as próprias pessoas presentes na reunião, seja familiar ou não, postando sobre como tudo aquilo está sendo um porre (pior ainda é o tio ranzinza curtindo sua postagem no Face para puxar o saco). E para piorar tudo isso tem comerciais e programas falando direto e reto sobre Aquilo-Que-Não-Se-Pode-Dizer-Para-Uma-Criança-Sobre-O-Natal (fico imaginando como eu com 6 anos descobri sem toda essa divulgação e muitas crianças de hoje nem se tocam). Parece que o Natal virou um Batman do Nolan, só que sem Batman e sem quebra-cabeça, só o realismo mesmo, em que as pessoas não dão presentes porque querem, mas porque é "tradição" (eis um dos meus grandes problemas com essa palavra). Ainda bem que toda essa superficialidade não atingiu minha família (até agora).

E para melhorar ainda mais esse ano nós tivemos o fim do mundo (que não aconteceu), mas falarei breve sobre ele porque ninguém aguenta mais falar sobre. Creio que eram poucas as pessoas que acreditavam que o mundo realmente acabaria. Piadas no Facebook e no Twitter, inclusive feitas por mim, fazendo deboche do não-Apocalipse, eram mais do presentes. Mas e se o mundo realmente tivesse acabado? Creio que poucas pessoas pararam para pensar em como seus últimos não-momentos da Terra foram tão superficiais, ao invés de ter a possibilidade de estar com pessoas que você gosta e fazer aquilo que te agrada. Imagina se seus últimos momentos de vida fosse reclamar que a Carly Rose Sonenclar (é esse o nome da infeliz?) não ganhou o The X-Factor?

Curta, porém profunda (óh! Quanta reflexão!), a primeira postagem do que promete ser um retorno ao blog parece ser promissora. Mas não se preocupem porque não serei melodramático daqui pra frente, postando vídeos de música deprimente ou falando sobre coisas que não interessam. É que esses dois assuntos estavam entalados em minha garganta e eu precisava discuti-los com algum ser pensante.  Espero que muito em breve as postagens sobre filmes, músicas, livros e as mais variáveis fontes de cultura possam voltar com força total e com aquele humor ácido que #TodosPira. Feliz Natal e Feliz 2013 para todos.

2 de dezembro de 2012

TROCA ESPM NO AR!

Oi pessoal! A faculdade me consumiu a vida, mas finalmente estou de volta para divulgar algo que inclusive tem a minha participação: o Troca ESPM! Meu grupo e eu precisávamos fazer um trabalho sobre reality show. Então decidimos viver o próprio reality show! Um amigo meu e eu trocamos de casa no período de uma semana! Agora eu vou publicar o vídeo aqui para vocês ficarem por dentro! Nos ajudem dando "Curti"s e se inscrevendo no canal! Valeu pessoal!