25 de agosto de 2015

O QUE ACONTECEU DE BOM EM 2015? (PARTE 2)


Como eu disse antes, muita coisa boa aconteceu esse ano e não era possível resumir tudo em apenas uma postagem.

Falando sobre música, tivemos em São Paulo um dos shows que eu mais estava guardando: Ed Sheeran. Jovem talentoso, o cantor subiu ao palco sozinho e tocou sucessos de seu novo disco, X, e do seu antecessor, +, e mostrou o motivo de ser um dos maiores compositores e cantores da música contemporânea. Ao vivo, Sheeran grava as vozes que ficam no playback, toca violão e muda os arranjos das canções de acordo com a animação da plateia. Nem preciso dizer que, para o público brasileiro, o cantor escolheu músicas animadas para o povo cantar junto. Para mim, foi o terceiro melhor show que já vi por um motivo: Sherran ainda é muito tímido no palco e, querendo ou não, estamos falando de entretenimento. Ele tem o dom de dominar o palco e o faz como ninguém, mas o cantor precisa falar mais com a plateia e brincar mais, criar um vínculo com os fãs (e não simplesmente ir embora após acabar o show). Ainda acho o show de Sir Paul McCartney o melhor que já vi, seguido pelo de Michael Bublé. Tendo maior contato com o público, acredito que Sheeran ganhará mais ainda a atenção do público e ser um verdadeiro show man

Sobre teatro, é impossível não comentar sobre o Tony e uma das maiores injustiças do ano (que querendo ou não, teve um bom motivo para ter ocorrido). No ano passado, muitos se lembram de Jennifer Hudson cantando a música tema do musical Finding Neverland (baseado no filme Em Busca da Terra do Nunca). Claro, promover o espetáculo em uma das maiores cerimônias do teatro musical norte-americano um ano antes da peça estrear na Broadway torceu o nariz de muitas pessoas do meio teatral. Assim, o musical ficou de fora das premiações desse Tony Awards, Justiça foi feita, mas a dó é que é um dos melhores trabalhos na Broadway nos últimos anos, em diversos sentidos. Primeiramente pela trilha sonora que é viciante, com cada música e letra bem escrita. Além disso, há a questão visual da peça: incríveis cenários te levam para as aventuras do escritor de Peter Pan com a família que o inspirou a escrever a história. Ouça a trilha sonora e, tendo a oportunidade, assista ao espetáculo. 

E falando sobre filmes: embora tenha feito muito sucesso lá fora, Ex_Machina: Instinto Artificial não chegou com muito fôlego no Brasil, porém, é um dos grandes filmes do ano quando falamos sobre ficção científica, sendo aclamado por crítica e público. A história é sobre um cientista que ganha um concurso para trabalhar junto com o chefe da empresa, que vive isolado em uma casa trabalhando em seu mais novo projeto. Não falarei mais sobre a história, apenas direi que é um triller misturado com ficção científica que não vemos provavelmente desde o lançamento de Allien

Será que as postagens acabam por aqui? Deixe o seu comentário e diga se quer ainda uma parte 3 do que rolou no primeiro semestre desse ano. As postagens individuais irão ocorrer naturalmente. 

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